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ÉGUA DO PAPO

Quem paga a conta do temporal?

14 Fev 2020 - 04h50Por Cléo Soares

A chuva da tarde de Belém, descrita com encantamento em muitas músicas paraenses, nem sempre cai com poesia e leveza. Muitas vezes é temporal sem hora, o famoso "toró" no dialeto papa-xibé, que alaga muitos pontos críticos da capital paraense.

É fato que Belém ainda não  enfrentou enchentes como as que ocorreram nos últimos dias em Minas Gerais e São Paulo, neste último com notícias de muitos carros submersos até em estacionamentos, como foi o caso do lamborghini preto que ficou famoso por aparecer quase todo coberto pela água e não ter seguro, prejuízo altíssimo para o carro avaliado em R$ 1,6 milhão.

Mesmo sem enchentes nesse nível, as chuvas de Belém provocam o caos no trânsito e causam diversos prejuízos a quem precisa enfrentar a chuva ou mesmo quem mora em áreas mais baixas da cidade.

E, nos casos de prejuízos com os carros nas ruas alagadas, as seguradoras são obrigadas a cobrir? 
E quando o carro não tem seguro, a pessoa lesada pela falta de escoamento das águas da chuva, pode acionar o poder público na justiça?
E quem perde outros bens materiais como móveis e eletrodomésticos quando a casa sofre alagamentos, tem algum direito?
Vamos descobrir tudo isso conversando com o advogado Endel Elson, que tira essas e muitas outras dúvidas no "Égua do Papo" da semana! Ouça aqui!

 

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