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MUDANÇA ECOLÔGICA

Bares e restaurantes de Belém começam a adotar canudos de papel, bambu e metal

4% de todo o lixo plástico encontrado no mundo, os canudos ainda representam um desafio

13 Fev 2019 - 04h59
Bares e restaurantes de Belém começam a adotar canudos de papel, bambu e metal - Crédito: Reprodução Crédito: Reprodução

Embora ainda não exista lei que proíba o uso de canudos de plástico nos bares e restaurantes de Belém, tal como já acontece em capitais como o Rio de Janeiro, uma das primeiras a ter esse tipo de restrição, alguns estabelecimentos já estão adotando, por conta própria, uma postura mais ecológica diante do alto consumo deste material nada sustentável para o meio ambiente.

Um levantamento feito pelo Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Pará (SHRBS-PA) apontou que os associados que possuem pequenos e médios empreendimentos foram os pioneiros na adoção destes produtos considerados sustentáveis. Como é o caso do food truck Pastello Gourmet, que começou a produzir seus próprios canudos de papel.

O assessor jurídico do SHRBS-PA, Fernando Soares, relata que os restaurantes de Belém estão começando a se adequar para este novo cenário sustentável. “Moramos em uma região que é cercada pela biodiversidade amazônica, seria injusto que usássemos canudos e outros materiais plásticos. Os restaurantes e bares de Belém estão começando a enxergar isso e estão realizando a troca para matérias mais sustentáveis. Mas quem realiza e força essa mudança é a população, que tem que exigir matérias sustentáveis na hora da compra”.

O Portal Roma News apurou que alguns vendedores estão comercializando canudos de bambu feitos das árvores da Praça Batista Campos, sem que o mesmo passasse por um processo de higienização, para ser usado pelo consumidor. Assista:

POR QUE ADOTAR OS NOVOS CANUDOS?

A vida útil de um canudo é de, em média, quatro minutos, tempo suficiente para o consumidor terminar sua bebida. Só que, feitos normalmente de polipropileno ou poliestireno, materiais que não são biodegradáveis, eles demoram até 200 anos para se decompor.

Quando canudo chega aos oceanos, se desintegram em pequenas partículas e acabam parando nos organismos de animais filtradores, como alguns peixes, tubarões e baleias. Os danos à fauna são imensuráveis e vão além: vez ou outra, ao comer um peixe, podemos estar ingerindo microplástico.

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