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Caso Ravyla: mãe revela detalhes do dia em que a filha sumiu e faz apelo por informações

24 Jun 2021 - 23h12Atualizado 25 Jun 2021 - 07h28
Caso Ravyla: mãe revela detalhes do dia em que a filha sumiu e faz apelo por informações - Crédito: Reprodução/Facebook TV Caeté Crédito: Reprodução/Facebook TV Caeté

Melina Dagila, mãe da menina Ravyla Dagila, 10 anos, desaparecida desde a última segunda-feira, 21, do município de Viseu, nordeste paraense, contou detalhes sobre o desaparecimento da filha e faz apelo para quem souber qualquer informação que ajude a encontrar a menina, que informe à polícia ou à familia.

De acordo com a mãe da criança, ela pediu que a menina fosse ao mercado, pouco mais de 9h da manhã, para comprar quatro itens. Segundo ela, a menina levava cerca de cinco minutos pra ir e voltar. "Ela foi ao mercado e esqueceu de comprar duas coisas que eu pedi, o lava louça e o cheiro verde. Daí ela pediu pra voltar e comprar o que havia esquecido. Ela foi, e quando voltou, disse que não havia o cheiro verde no mercado", conta a mãe.

Ainda de acordo com Melina, Ravyla estava muito agitada e ela estranhou o comportamento da filha. "Ela me contou que um homem estava vendendo sabonete facial e que deixava a pele bem clarinha. Ela perguntou se eu poderia comprar e eu disse que não. Então ela pediu pra ir comprar o cheiro verde e eu deixei".

Melina contou que Ravyla havia convidado o irmão para acompanhá-la, mas ele rejeitou o convite. "Então, a minha outra filha pediu para ir com ela e ela disse que levaria, mas, quando chegou no portão de casa ela disse pra irmã ficar e saiu. E menos de um minuto a minha filha sumiu".

Segundo Melina, o tio de Ravyla saiu logo depois da menina da casa e, não viu a criança nas poximidades. Então, preocupada com a hora e o não retorno da criança, ele foi até o mercado procurá-la, mas, a atendente disse que ela não havia passado por lá. "Eu fiquei desesperada. Porque eu sei que ela não entraria em carro de estranho e não iria até nenhum parente se não fosse para a casa das minhas primas 'mais chegadas' ou pra casa da minha mãe ou da minha avó".

Única pista sobre o desaparecimento

Ravyla nunca havia saído sem comunicar os pais. E o desaparecimento da menina, mobilizou a todos do município. "Quando nós confirmamos que ela não havia estado na casa de nenhum parente, eu fui até a Delegacia, mas estava fechada. Então, o desespero foi batendo mais ainda, porque meu medo era de alguém ter pego a minha filha e tentasse sair com ela da cidade".

A mãe da menina então foi movente ao mercado e perguntou se ninguém tinha visto a filha por lá. "Eu perguntei se não tinham visto a minha filha e a dona do mercado contou que ela tinha ficado encantada com um creme facial que um homem estava vendendo. Que ela inclusive chegou a comentar com ele que eu tinha umas manchinhas no rosto e que ela iria falar do creme pra mim".

Ainda de acordo com o relato de Melina, o homem teria dito que ela poderia ir até sua casa, falar pra mãe sobre o produto e depois retornar lá com ele que juntos eles iriam até a casa dela mostrar o produto. "Independente da minha resposta, eu sei a filha que eu tenho, então, eu sei que ela voltou para avisar pra ele que eu não iria comprar o produto, porque ela não gosta de magoar ninguém".

Diante disso, para Melina e a família, esse homem, que ninguém tem qualquer informação, seria o responsável pelo desaparecimento da menina. "Quando eu ouvi da moça do mercado que minha filha havia conversado com esse homem eu disse pra mim mesma: pronto, esse homem levou minha filha. Então começou a mobilização dos meus amigos, vizinhos, parentes, começaram a jogar nas redes sociais a informação do desaparecimento dela".

De acordo com Melina, outras pessoas procuraram a Delegacia para denunciar o ocorrido, mas, a mesma permaneceria fechada. Segundo a mãe de Ravyla, no dia do desaparecimento da filha, a Delegacia só abriu às 17h14. "Nós queríamos que a polícia fechasse os ramais de entrada e saída da cidade para que não desse tempo de fugirem daqui com a minha filha, mas a polícia não fez nada. Fizeram somente uma busca pelas proximidades da minha casa e do mercado".

Para Melina, o fato da delegacia estar fechada, foi determinante para que a filha não fosse encontrada até o dia de hoje, 24. "Minha filha sumiu entre às 9h e 10h, se a delegacia estivesse aberta, na hora que eu corri para denunciar, e eles tivessem agido rápido e fechado as saídas da cidade, hoje eu estaria com a minha filha e não teria que estar vivendo essa angústia, sem poder encontrar ela, ou viva, ou morta. Só quem é mãe sabe a dor que eu estou sentindo".

Como única pista do crime, a mãe de Ravyla conta que o homem que estaria vendendo o creme fácil chegou a ser detido pela polícia no dia seguinte do desaparecimento. "Eu pedi para falar com ele, pra saber da minha filha. Ele negou que estaria com ela e que teria entregue ela para outra pessoa. Ele se passou por pastor, depois por homossexual, se fez de sentimentalista e, pra finalizar, a polícia escoltou ele até Bragança e o soltou. Eles soltaram a única pista que eu tinha para chegar até o paradeiro da minha filha. Agora imaginem como que eu estou? Eu não sei de onde estou tirando forças pra não desistir dela, não desistir de encontrá-la".

Segundo Melina, a polícia do município não tem suporte para as buscas e investigação e, a outra equipe policial está no município ajudando nas buscas pelo paradeiro de Ravyla. "Eu queria ajuda de helicóptero porque aqui tá muita mata. Queria ajuda pra encontrar a minha filha, porque eu estou desesperada. Nós estamos incansavelmente procurando a minha filha e eu não vou desistir dela. Ainda falta fazer buscas no conjunto, nos imóveis e até agora nada disso foi feito pela polícia. E peço que, pelo amor de Deus, não dêem informações erradas para não atrapalhas nas investigações e nas buscas pela filha".

 

Com informações da TV Caeté

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