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AGOSTO DOURADO

Entenda porque o leite materno é um alimento que não deve ser substituído

Especialista fala sobre os benefícios do aleitamento para a mãe e para o bebê

07 Ago 2020 - 04h57Atualizado 08 Ago 2020 - 08h42
Entenda porque o leite materno é um alimento que não deve ser substituído - Crédito: Fernando Frazão/Agencia Brasil Crédito: Fernando Frazão/Agencia Brasil

Na Semana Mundial do Aleitamento Materno, comemorada anualmente na primeira semana de agosto, as ações de saúde se estendem pelo mês inteiro, através da campanha Agosto Dourado, que chama a atenção para a importância da conscientização sobre a necessidade da amamentação exclusiva até os seis meses de idade do bebê.

Agosto é chamado de dourado porque o leite é o alimento ‘padrão ouro’, nenhuma fórmula ou outro alimento consegue substituir as propriedades nutricionais e imunológicas do leite materno.

Segundo a médica ginecologista e obstetrada rede Hapvida, Clara Onuma, crianças que são amamentadas têm menos chances de desenvolver doenças respiratórias, alergias, infecções, diarreias, otites (infecções no ouvido médio), obesidade e diabetes tipo 2; e as chances de ser um adulto mais saudável e produtivo aumentam, “o leite materno é rico em imunoglobulinas, que fortalecem o sistema imunológico contra doenças e infecções, além de nutrir”.

Muitos são os benefícios da amamentação, para a mãe e para o bebê. Pesquisas revelam que a amamentação reduz em até 13% a mortalidade de crianças menores de cinco anos e diminui o risco de a mulher desenvolver câncer de mama em 6%.

No Brasil, o desmame é precoce e muitas mães se sentem desencorajadas pelo olhar da sociedade, quando estão amamentando em lugares públicos, “no Brasil, há um índice muito alto de desmame logo no primeiro mês de vida, por isso a importância das campanhas de incentivo e de uma rede de apoio, principalmente da família. Infelizmente é cultural no nosso país que mães que amamentam em público sejam constrangidas e julgadas. O aleitamento pode e deve continuar junto com a introdução alimentar, em média, até dois anos ou mais”, diz Clara Onuma.

Para a obstetra, amamentar não é um ato fácil, mas é preciso receber apoio para continuar, para a saúde do bebê e da mãe. “Amamentar requer dedicação, abdicar de coisas, são muitas noites mal dormidas, mas é muito prazeroso proporcionar o alimento para o filho, ser a fonte de saúde e fortalecer ainda mais o elo com o bebê”, finaliza.

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