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PARALISAÇÃO

Servidores do Renato Chaves vão parar na segunda-feira, 17

Paralisação será de 24h. Profissionais reivindicam melhorias salariais.

15 Fev 2020 - 04h59Atualizado 14 Fev 2020 - 20h05Por Redação
Servidores do Renato Chaves vão parar na segunda-feira, 17 - Crédito: Reprodução/internet Crédito: Reprodução/internet
Servidores do Centro de Perícias Renato Chaves (CPCRC) vão paralisar suas atividades por 24h, nesta segunda-feira, 17. Neste período, serão realizadas apenas as perícias de local de crime contra a vida e as referentes aos crimes sexuais. Além de Belém, a paralisação ocorrerá também nas unidades regionais localizadas em Altamira, Marabá, Castanhal e Santarém. 
 
O Grupo Ocupacional Perícia Oficial do Pará, composto pelos peritos criminais, médicos legistas, odonto legistas  e auxiliares técnicos de perícia vão suspender o atendimento a partir das 7h da segunda-feira e só retornam as atividades na terça-feira, 18.
 
No ano 2000, o Governo do Pará extraiu a Perícia Criminal da estrutura da Polícia Civil. Este ato não foi discutido com a classe pericial e a saída foi traumática. Peritos relatam que "dormiram policiais civis e acordaram em uma autarquia". Com esta mudança, os servidores tiveram uma série de gratificações retiradas e a remuneração caiu sobremaneira com o passar dos anos.
 
Em 2017, depois de uma série de paralisações e de uma longa negociação com o Governo que perdurou por três anos, foi a última categoria a ter um abono salarial incorporado à remuneração. 
 
Em nota, o grupo Perícia presente - Movimento pela valorização da Perícia Criminal do Pará, grupo que representa os servidores, afirma que "com muita luta, algumas gratificações foram sendo reincorporadas, porém a remuneração da categoria nunca voltou ao seu patamar original. Vinte anos depois, os servidores do Grupo Ocupacional Perícia Criminal tiveram seus salários desvalorizados em 50%. Na segurança pública, foram a única categoria que não recebeu aumento salarial e somente hoje passou a receber o mesmo percentual de risco de vida que os demais entes da segurança pública". Eles declaram ainda que "o Governo do Pará anuncia que investe em infraestrutura, porém não valoriza o servidor".
 
Atualmente, o quadro de servidores conta apenas com aproximadamente 420 profissionais. 

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