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TJPA apura denúncias de juíza de Xinguara que pediu exoneração em carta pública

12 Out 2018 - 15h17Atualizado 12 Out 2018 - 15h46Por Da Redação
Juíza Ana Carolina Pereira denunciou as más condições de trabalho no interior - Crédito: ReproduçãoJuíza Ana Carolina Pereira denunciou as más condições de trabalho no interior - Crédito: Reprodução

O Tribunal de Justiça do Estado (TJE) instituiu uma comissão para acompanhar o caso da juíza da comarca de Xinguara, Ana Carolina Barbosa Pereira, que pediu exoneração, em carta pública, divulgada nas redes sociais, justificando falta de apoio ao trabalho pela direção do tribunal. Além disso, servidores da justiça na comarca de Xinguara, confirmam a falta de condições para exercerem a função no local.

O presidente do TJE, desembargador Ricardo Ferreira Nunes, concedeu o prazo de 45 dias para a comissão apresentar o relatório sobre as denúncias da magistrada, que entre outros aspectos, afirmou em carta publicada dia 3 de outubro, que não recebe apoio nem da Corregedoria do TJE, que se sente abandonada e com muita dificuldades de logística e, ainda acusou a direção do tribunal na capital de não dar atenção nenhuma atenção aos magistrados do interior. Mas, aoi contrário das comarcas do interior, desfrutam de muitas regalias.

Três dias após o pedido de exoneração, a juíza voltou atrás e pediu licença médica, após a direção do tribunal interferir na sua decisão de abandonar a magistratura.

A comissão é composta pelo desembargador Luiz Gonzaga Neto, e os juízes Lúcio Barreto Guerreiro, auxiliar da presidência, e André Filo-Creão Garcia da Fonseca, indicado pela Associação dos Magistrados do Estado do Pará (Amepa).

A magistrada denunciou atos de corrupção da polícia, contadas por réus que confirmam que pagaram propina pra polícia; que os membros do Ministério Público faltam em inúmeras audiências, entre outros problemas do MP na comarca; 

Os servidores afirmam que as condições de trabalho na capital são superiores ao interior. Que eles não recebem vale transporte, nem dedicação exclusiva, apesar de exercer trabalho em tempo integral.

Mas, o pior mesmo são as condições precárias nos fóruns do interior, cujos equipamentos são velhos e sem acesso razoável à internet, o que dificulta muito a análise dos processos.

 

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