Após suspeita de ataque; colégio militar em Belém coloca cães farejadores e detectores de metal na entrada

O Colégio Militar de Belém, também recebeu uma denúncia de ataque à instituição e nesta sexta-feira, 31, enviou um comunicado afirmando que as atividades estão mantidas no local, porém, providências foram tomadas como as revistas de armários com cães farejadores e utilização de detectores de metais nas mochilas....

Publicado em 26 de junho de 2024 às 09:10

O Colégio Militar de Belém, também recebeu uma denúncia de ataque à instituição e nesta sexta-feira, 31, enviou um comunicado afirmando que as atividades estão mantidas no local, porém, providências foram tomadas como as revistas de armários com cães farejadores e utilização de detectores de metais nas mochilas.

'Providências já foram tomadas junto a seção psicopedagógica e que os pais do aluno (suspeito de planejar o ataque) que motiva o presente comunicado estiveram presentes e se reuniram com este Comandante. A partir de um atestado médico, o aluno foi afastado por oito dias para tratamento', diz o documento.

O comunicado também afirma que o a instituição já vinha realizando atividades preventivas de controle de materiais trazidos pelos alunos para o ambiente escolar, como revistas de armários com cães farejadores da 15º Cia PE e utilização de detectores de metais nas mochilas.

Após um aluno de 17 anos, esfaquear outro aluno, dentro da Escola Estadual Professora Palmira Gabriel, na última quinta-feira 30, várias suspeitas de ataques em escolas do Pará começaram a surgir. As instituições tem recebido ameaças publicadas em redes sociais. As polícias federal e civil estão investigando os casos.