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26 Out - 21h28
terça, 26 de outubro de 2021

Rolê Científico

Chegou nossa vez, Vacinamos! Retrospectiva das vacinas

Das incertezas sobre as vacinas até a chegada no braço. Linha do tempo do Rolê Científico sobre a imunização.

12 Ago 2021 - 09h00Por Yuri Willkens e Giovanni Palheta

Desde o início da pandemia de Covid-19 tomamos a responsabilidade de combater a desinformação e comunicar ao nosso público informações relevantes e verificadas sobre o coronavírus, vacinas e tudo mais. Conquistamos até mesmo este espaço especial aqui como colunistas do portal Roma News.

Agora, mais ou menos um ano e meio depois da chegada do vírus no Brasil, finalmente a vacina chegou em nossos braços. Em comemoração ao avanço da vacinação do Pará, resolvemos trazer uma pequena retrospectiva sobre o tópico de vacinas aqui em nossa coluna.

Falamos de vacinas logo em nossa primeiro texto de estreia da coluna aqui no Roma "Socorro, seu cientista! Quando teremos vacina para a COVID-19?". Naquela época primeiro explicamos o que são as vacinas e sua importância no combate às doenças infecciosas. Em resumo, elas apresentam ao organismo uma versão inofensiva de algum patógeno perigoso parar gerar imunidade. As vacinas que temos hoje usam ou vetores virais modificados (Astrazeneca e Janssen), ou o vetor viral inativado (Coronavac) ou fragmentos de DNA viral (Pfizer). Logo depois, lançamos uma das estimativas mais otimistas que previa a finalização das vacinas em 1 ano. Considerando a dificuldade em se criar vacinas de forma rápida, por causa das várias etapas que vão dos primeiros testes in vitro, passando por testes em animais, os estudos clínicos, a testagem em massa e toda a burocracia comercial, algo entre 10 a 15 anos é o tempo normal para criarmos uma vacina contra uma única doença infecciosa. Porém, pela primeira vez na história o mundo uniu esforços e focou diretamente em uma única doença, tendo em vista a gravidade da pandemia de COVID-19, e tivemos um recorde dentre todas as vacinas feitas até hoje. A ciência acertou tanto na vacina quanto nas previsões.

Também falamos sobre os primeiros medicamentos que estavam sendo testados para tratar a Covid-19, dentre os quais o tratamento com hidroxicloroquina e azitromicina já não apresentava resultados satisfatórios que justificassem seu uso e recomendação por parte do governo federal. Naquele momento, o uso de antiretrovirais parecia ser a abordagem mais viável porém, atualmente sua eficácia parece incerta. Atualmente, o uso de corticoides parece ser uma das poucas estratégias que pode trazer alguma melhora nos sintomas da doença relacionados ao processo inflamatório, porém com limitações e não atuando de fato contra o vírus.

Em vários posts fizemos o acompanhamento do avanço das vacinas em vários momentos. Também falamos sobre a transmissão do vírus por assintomáticos, da possibilidade de que pacientes recuperados pudessem ter a doença novamente e dos problemas da defesa da imunidade de rebanho. Além disso, também anunciamos os esforços para a chegada da vacina no Pará que estavam sendo feitos já em Janeiro de 2021, ao contrário da falta de empenho para a chegada das vacinas no Brasil.

Hoje, com a vacina no braço, temos uma sensação enorme de felicidade e satisfação de receber esse que é um dos produtos mais revolucionários da ciência em questão de saúde pública. E acima de tudo, em saber que sempre estivemos do lado certo, valorizando a ciência, os cientistas e prezando pela vida. 

Agradecemos a todos que têm nos acompanhado até agora, e os convidamos a continuar nesse Rolê Científico!

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