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Vacina de Oxford para a covid-19 é candidata 'muito forte' e segura, diz reitora da Unifesp

04 Ago 2020 - 14h30Atualizado 04 Ago 2020 - 15h53
Vacina de Oxford para a covid-19 é candidata 'muito forte' e segura, diz reitora da Unifesp - Crédito: Agência Brasil Crédito: Agência Brasil
A reitora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Soraya Smaili, afirmou em entrevista ao canal de televisão GloboNews, que a vacina da universidade inglesa de Oxford para a covid-19, testada em voluntários, é uma candidata à imunização "muito forte" e segura.
 
"Temos resultados promissores. Temos uma candidata à vacina, que provavelmente terá muita segurança, além de ser uma candidata muito forte como vacina", afirmou Smaili.
 
A reitora disse que, desde que os primeiros voluntários foram vacinados, não houve reações adversas severas contra a imunização. Alguns relataram dor no local da injeção, mas foram orientados a tomar medicações simples para os sintomas. 
 
Os resultados das primeiras fases de testes da vacina foram divulgados há cerca de duas semanas por pesquisadores de Oxford. No Brasil, os testes que estão ocorrendo são os de fase 3, a última.
 
Smaili também falou sobre a transferência de tecnologia de desenvolvimento da vacina para a Fiocruz. "A Fiocruz tem o preparo para fazer, tem capacidade para isso, profissionais habilitados. E, ao fazê-lo, ao receber essa tecnologia, ela terá condições de produzir, nas suas instalações, as doses necessárias para os próximos passos", afirmou.
 
No sábado, 1º, a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade de Lima, anunciou que a produção da vacina deve começar em dezembro.
 
Entenda as etapas para a produção de uma vacina
 
Fase 1: é uma avaliação preliminar da segurança do imunizante, ela é feita com um número reduzido de voluntários adultos saudáveis que são monitorados de perto. É neste momento que se entende qual é o tipo de resposta que o imunizante produz no corpo. Ela é aplicada em dezenas de participantes do experimento. 
 
Fase 2: na segunda fase, o estudo clínico é ampliado e conta com centenas de voluntários. A vacina é administrada a pessoas com características (como idade e saúde física) semelhantes àquelas para as quais a nova vacina é destinada. Nessa fase é avaliada a segurança da vacina, imunogenicidade (ou a capacidade da proteção), a dosagem e como deve ser administrada.
 
Fase 3: ensaio em larga escala (com milhares de indivíduos) que precisa fornecer uma avaliação definitiva da sua eficácia e segurança em maiores populações. Além disso, feita para prever eventos adversos e garantir a durabilidade da proteção. Apenas depois desta fase é que se pode fazer um registro sanitário.
 
Fonte: G1

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