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LANÇAMENTO

Liège celebra a ancestralidade no seu primeiro álbum ‘Ecdise’

O projeto tem produção musical assinada por DJ Duh e traz convidados especiais

03 Jun 2021 - 04h56Atualizado 02 Jun 2021 - 18h50
Liège celebra a ancestralidade no seu primeiro álbum ‘Ecdise’ - Crédito: Divulgação Crédito: Divulgação

Liège não canta só, e suas vozes vêm de longe. Em Ecdise, seu primeiro álbum da carreira, é recheado de letras que perpassam temas como a ancestralidade, o autoconhecimento, a paixão, o desapego e a emancipação pessoal, entre outros. Seu novo trabalho vai estar disponível nas principais plataformas digitais nesta quinta-feira, 3.

“Ecdise, é um termo científico sobre a troca de pele de alguns animais. E no disco ela é representada por uma cobra, que troca a pele por completo para poder crescer”, explica a cantora. “De certo modo foi o que eu vivi pessoalmente na minha própria transição, partindo de meus trabalhos anteriores e chegando agora neste projeto inédito”, completa.

Foi no processo de produção que Liège reafirmou suas influências e mergulhou em sua musicalidade. Estão presentes no novo álbum, as tardes na rádio-poste, em que sua mãe trabalhava em Mosqueiro, distrito de Belém à beira do rio, as mandingas a que as mulheres do Norte são apegadas e por elas protegidas, as noites nos barzinhos, os primeiros passos na música autoral, mas também a mulher que atravessou os Estados Unidos cantando e tocando sozinha pela primeira vez.

A menina, a mulher, a artista e a fã estão neste trabalho de maneira original e renovada. A voz potente e cada vez mais decidida canta a ancestralidade e a emancipação pessoal, embalada por uma sonoridade pop que é atravessada por elementos da MPB, do R&B, ritmos afro amazônicos e da World Music.

“Pesquisamos diversas referências: africanas, brasileiras, e tudo isso dentro da minha regionalidade, preservando meu sotaque e minhas questões amazônicas. Trouxemos esses atravessamentos todos para uma zona contemporânea, incluindo um pouco de R&B, pop, buscando a world music. Acho que isso ficou muito legal no álbum”, explica a artista.

“O Ecdise é, para mim, mais um grande disco em que trabalhei, é um disco Pop/World Music de características e abordagens únicas! É o reencontro de uma artista consigo mesma e com as suas origens, sem deixar de protestar, de falar de dor e com certeza também de amor”, avalia DJ Duh, produtor do disco.

Natural de Belém do Pará, no coração da Amazônia, Liège atualmente vive em São Paulo (SP), no entanto foi em Campinas (SP) que ela encontrou seu refúgio criativo nos últimos meses, mais especificamente no Groove Arts Studio, estúdio do produtor.

“Conheci a Liège através de uma caixinha de sugestões que coloquei no Instagram, onde uma amiga em comum indicou o nome dela como possível nome que eu pudesse produzir em 2019. Gostei do desafio de produzir uma artista do Norte do Brasil, acredito que o eixo SP/RJ tem um círculo vicioso e a linguagem do Norte/Nordeste são o futuro, na verdade o presente, da música pop brasileira e o maior desafio, além da distância, foi de fazer com que a obra soasse pop, brasileira e não prejudicasse a regionalidade dela”, relembra Duh.

Apesar de ser o primeiro disco solo de Liège, o álbum apresenta uma cantora madura, que traz um trabalho construído a partir de uma história que vem sendo escrita há 16 anos, com shows, turnês nacionais e internacionais, lançamentos de EP e singles. Ao mesmo tempo que apresenta a ancestralidade da artista nascida na Amazônia, banhada pela sonoridade e criada com os rituais da floresta, “Ecdise” mostra uma artista brasileira contemporânea que bebe da música Pop, R&B e World Music, sem perder sua essência.

O álbum vem com dez faixas e tem direção vocal de Marisa Brito nas músicas “Deixa Ir” e “Legado” e Thiago Jamelão nas demais faixas. O disco traz como convidades especiais o duo pop 2DE1, a rapper paraense Bruna BG, o paulistano Daniel Yorubá e o próprio Thiago Jamelão – que também atuou como diretor vocal.

 

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