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CASO SÉRIO

Saúde mental assombra mundo do K-pop

11 Ago 2018 - 08h53
Saúde mental assombra mundo do K-pop - Crédito: Jean Chung/Getty Images Crédito: Jean Chung/Getty Images

A perda repentina de Kim Dong Yoon, 20, no fim de julho, foi mais um sinal alarmante de que algo não está bem no mundo do k-pop. Quando as causas de sua morte forem esclarecidas, é provável que o rapper do grupo Spectrum se junte à crescente lista de expoentes do pop coreano que perderam a vida cedo demais por razões ligadas à saúde mental.

Foram três mortes em um período de menos de sete meses: em dezembro, Kim Jong-hyun, principal vocalista do grupo SHINee, suicidou-se aos 27 anos; e Seo  Min-woo, líder do 100%, morreu em maio, após uma parada cardíaca possivelmente causada por overdose. Outros integrantes desse universo também tiveram que se afastar dos holofotes no último ano para tratar depressão, anorexia e dependência química.

É alto o número de artistas que se suicidaram na Coreia do Sul desde meados dos anos 2000, quando o país passou a investir fortemente na indústria do entretenimento. Uma pesquisa realizada em 2010 pela atriz Park Jin-hee para seu mestrado indicava que 40% de seus pares sofriam de depressão e 20% já haviam comprado agentes tóxicos ou outros "dispositivos" para o suicídio.

Padrão

O preparo de um artista de k-pop envolve trabalho intenso e moldar seu estilo de vida, comportamento e aparência. Até 2009, quando o governo sul-coreano começou a regular os contratos, as agências podiam transformar os artistas praticamente em escravos, submetendo-os a cláusulas rígidas.

Não se posicionar politicamente também faz parte das regras, o que inclui falar sobre sexualidade. "No caso do integrante do SHINee que se suicidou, especula-se que ele era homossexual e não podia falar sobre a homossexualidade, porque falar sobre a orientação sexual seria um ato político e você não pode expressar isso, de acordo com o contrato da banda. Então, a pressão é muito grande", aponta Thiago Mattos, mestre em relações internacionais e especialista em Leste Asiático, que trabalha para a embaixada do Brasil na Coreia do Sul.

Todos esses fatores podem se combinar para fragilizar a saúde mental desses artistas.

Ainda é um tabu para os sul-coreanos falarem abertamente sobre depressão e ansiedade, contudo, artistas já afirmaram sofrer com a pressão.

Reportagem completa: https://www.uol/entretenimento/especiais/suicidios-no-k-pop.htm#tematico-1

Fonte: Natalia Engler/UOL

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