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PAN-PACÍFICO DE NATAÇÃO

Domingo não teve resultados expressivos, mas brasileiros subiram ao pódio

Equipe tupiniquim herdou ouro nos 4x100 livre, após desclassificação estadunidense

12 Ago 2018 - 11h03
Brasil faturou o ouro no revezamento 4x100 livre, no Pan-Pacífico de Natação - Crédito: ReproduçãoBrasil faturou o ouro no revezamento 4x100 livre, no Pan-Pacífico de Natação - Crédito: Reprodução

O sábado dourado para o Brasil no Pan-Pacífico de natação acabou atenuando certa frustração por um domingo sem medalhas brasileiras em Tóquio. Apesar de "passar em branco" no quarto e último dia de competição, o Time Brasil sorriu ao subir ao pódio para receber o ouro do revezamento 4x100 livre masculino conquistado no sábado após a desclassificação americana. Na ocasião, o ouro foi para o peito dos americanos, assim como o hino tocado foi americano.

A desclassificação por trocar a ordem dos nadadores em relação à que foi apresentada para o balizamento aconteceu apenas após a premiação. Dessa forma, só nesse domingo o Brasil pôde vivenciar a conquista no pódio. A equipe brasileira termina sua participação no Centro Aquático Tatsumi com quatro medalhas (um ouro, uma prata e dois bronzes).

Na final dos 50m livre, prova em que o Brasil era cotado para beliscar um lugar no pódio nesse domingo com Marcelo Chierighini e Pedro Spajari, americanos e canadenses foram superiores. E na prova que encerrou o dia de competições, o revezamento 4x100 medley masculino, a equipe japonesa surpreendeu ao beliscar a prata, "empurrar" a Austrália para a terceira colocação e tirar o Brasil do pódio. A equipe brasileira foi formada por Gabriel Fantoni, João Luiz Gomes Jr, Vinicius Lanza e Pedro Spajari.

Entre os estrangeiros, o domingo teve mais uma vez a americana Katie Ledecky absoluta, vencendo com extrema facilidade a final dos 1500 livres. Não por acaso, Ledecky, que é detentora das nove melhores marcas do mundo na prova, é considerada a maior nadadora de fundo de todos os tempos.

Principal competição para os brasileiros na temporada, o Pan-Pacífico tem peso importante para o Comitê Olímpico Brasileiro, que a partir dos resultados define o plano estratégico para as Olimpíadas, inclusive com detalhes das bolsas que serão repassadas aos atletas. Apesar de não ser banhado pelo Oceano Pacífico, o Brasil compete como convidado.

Fonte: Globoesporte.com

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