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ECONOMIA

Banco da Amazônia bate recorde e destina mais de R$ 1,48 bi ao crédito rural do Pará em 2019

Na Região Norte, foram aplicados R$ 4,05 bilhões

20 Jan 2020 - 21h00Atualizado 20 Jan 2020 - 22h59
Agronegócio - Crédito: ReproduçãoAgronegócio - Crédito: Reprodução

As aplicações do BASA no agronegócio regional, com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), cresceram 50% em 2019, em relação a 2018. Na Região Norte, foram aplicados R$ 4,05 bilhões. O Pará foi um dos estados que alcançaram maior crescimento, atingindo o resultado de R$ 1,48 bi no ano passado, o que corresponde 63% do que foi realizado em 2018, cujo valor foi R$ 909,84 milhões. 

De acordo com os dados constantes no site do Banco Central, de 2015 a 2019, o Banco da Amazônia aplicou no agronegócio regional o valor de R$ 12,80 bilhões, sendo que o ano de 2019 foi o que atingiu o maior recorde de aplicações, pois dobrou o que foi aplicado ao final de 2018, cujo montante chegou a R$ 2,70 bilhões.

O diretor comercial do Banco, Francimar Maciel, comemora o recorde de contratação e atribui o avanço à modernização tecnológica da instituição, bem como o esforço e foco da área comercial, realização de parcerias estratégicas e a simplificação das análises socioambientais e de crédito. “O projeto em parceria com a startup Terras foi realmente um diferencial, virando referência no mercado e obtendo reconhecimento inclusive internacional. Isso demonstra a nossa preocupação e, sobretudo, responsabilidade na concessão do crédito sem agredir o meio ambiente”, comentou o diretor.

De acordo com o presidente do Banco, Valdecir Tose, a maior parte da economia do Norte é constituída pelo agronegócio. “Investimos 50% a mais no setor rural em 2019 na Região Norte contra os R$ 2,70 bi, contratados em 2018 e isso foi muito significativo”, comentou.

O presidente informou ainda que, com esta contratação recorde de 2019, o Banco da Amazônia ampliou sua participação no crédito rural regional. “Houve um crescimento em todas as unidades federativas da Região Norte, o que contribuiu para que nossa presença no agronegócio crescesse da ordem de 28%, em 2018, para 36%, em 2019”. 

Expectativas para 2020

As expectativas de contratações para 2020 são as melhores possíveis. Segundo o presidente Valdecir Tose, a Região Norte pode crescer até 5% no PIB, principalmente nos setores de infraestrutura e agronegócio. “O polo industrial de Manaus, a indústria mineral e os investimentos logísticos no Pará, a regularização ambiental, fundiária em Roraima e Amapá, crescimento do agronegócio em Rondônia, Tocantins e no Acre podem puxar este crescimento”.

O Banco conta com as menores taxas do mercado. Para as operações de investimento, com ou sem custeio associado, a taxa anual para os mini, pequeno e pequeno-médio empreendedores pode chegar a 5,43%, já contando com o bônus de adimplência por manterem suas operações em dia. Para os de médio porte a taxa anual pode ser de 5,81% com bônus de adimplência. Os empreendedores de grande porte também contam com taxas anuais muito atrativas da ordem de 6,19% para quem pagar em dia o financiamento.

Os percentuais cobrados pelo banco nas taxas anuais para operações de custeio e de comercialização também são diferenciados. Aos empreendedores de porte mini, pequeno e pequeno-médio, a taxa chega a 5,55% com bônus de adimplência. Para os de médio porte a taxa é de 5,97% com bônus de adimplência. Já para os empreendedores de grande porte, as taxas são de 6,38% com bônus de adimplência.

Para quem quer dinamizar seus negócios e possua atividades voltadas à ampliação, modernização, reforma e construção de armazéns, operações florestais, proteção ao meio ambiente, recuperação de pastagens e áreas degradadas, atividades sustentáveis e inovação tecnológica, a taxa anual é de 4,92% com bônus de adimplência. E, para os agricultores familiares, as taxas são ainda mais atrativas, pois para quem utilizar recursos do PRONAF, as taxas variam entre 3% e 4,6%. Mas, se os recursos vierem via Microcrédito (PRONAF B), a taxa anual é de 0,5%. Caso sejam via Pronaf A, a taxa anual é de 0,5%. Se for Pronaf A/C, a taxa é de 1,5% ao ano.

Todas as taxas acima descritas são de natureza pré-fixada, mas os empreendedores podem optar, também, por taxas pós-fixadas escolhendo essa modalidade no momento da contratação do crédito junto ao Banco da Amazônia. Os interessados devem procurar as agências da Instituição.

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