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SUSTENTABILIDADE

Simpósio em Belém debate recuperação de áreas degradadas

26 Nov 2019 - 17h02Atualizado 26 Nov 2019 - 17h02Por Da Redação
Depósito de resíduos de bauxita em Paragominas - Crédito: Reprodução / HydroDepósito de resíduos de bauxita em Paragominas - Crédito: Reprodução / Hydro

A 12ª edição do Simpósio Nacional Sobre Recuperação de Áreas Degradadas (Sinrad) ocorre nesta terça-feira, 26 e amanhã, no campus da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), em Belém.

O simpósio atrai participantes do Brasil e do exterior, entre eles profissionais de empresas que atuam na região amazônica, como a Mineração Paragominas, mina de bauxita da Hydro no Pará. O evento é uma realização da Sociedade Brasileira de Recuperação de Áreas Degradadas (Sobrade), visando aproximar  lideranças que influenciam no uso, ocupação e modificação do solo, como mineração, agropecuária, logística, entre outras atividades, com a finalidade de discutir como promover o desenvolvimento econômico e social, respeitando o meio ambiente.

O Sinrad tem o objetivo de identificar e avaliar a recuperação de áreas degradadas, soluções práticas, cases de sucesso, formas de monitoramento, assim como promover discussões que permitam avançar no desenvolvimento de modelos úteis a essas atividades.

Para contribuir com os debates, o analista ambiental da Mineração Paragominas, Victor Barbosa, vai apresentar a palestra sobre “Experiência da Hydro em busca do ‘Estado da Arte’ em recuperação de áreas verdes”, no dia 27.

Ele explica, que a participação da empresa no evento denota o interesse em conhecer novas experiências, bem como apresentar a sua atividade de extração de bauxita aliada à conservação da biodiversidade. “A Mineração Paragominas estabeleceu metas e compromissos ambientais de suas operações na Amazônia, como a recuperação florestal de um hectare para cada hectare minerado. Além disso, criou o Consórcio de Pesquisa em Biodiversidade Brasil-Noruega (BRC) que busca compreender as dinâmicas ecológicas em diversas áreas do conhecimento, relacionadas às etapas da mineração – antes, durante e após a lavra da bauxita”, afirma.

A Mineração Paragominas tem sido um laboratório para análises científicas por pesquisadores do consórcio formado pela Universidade Federal do Pará (UFPA), Universidade Rural da Amazônia (UFRA), Museu Paraense Emilio Goeldi, Universidade de Oslo (UiO) e por profissionais da Hydro.

Mais de 2.3 mil hectares já foram reabilitados até o momento após a extração da bauxita. “O nosso objetivo é buscar o ‘Estado da Arte’, garantindo uma mineração sustentável e devolvendo as áreas à sociedade o mais semelhante possível, ou até mesmo melhor, do que eram no início das atividades de lavra”, acrescenta Victor Barbosa.

Diversas áreas das ciências naturais são pesquisadas no BRC: aves, peixes, algas, mamíferos, decomposição de madeiras, fungos do solo, polinização, insetos, estudos genéticos, entre outras. Nos estudos com fungos e liquens, por exemplo, foram encontradas três novas espécies de fungos, uma nova espécie de líquen, oito novas ocorrências de espécies para o Brasil e três novas ocorrências para a Amazônia. Já em estudos com grandes mamíferos, foram identificadas 27 espécies de grande porte. Destas, dez espécies se encontram com algum grau de ameaça, de acordo com a lista da IUCN (União Internacional para Conservação da Natureza).

Localizada no município de Paragominas (PA), a Mineração Paragominas é uma das maiores minas de bauxita do mundo, com capacidade nominal de 9,9 milhões de toneladas por ano. O minério é transportado por um mineroduto de 244Km até a refinaria de alumina Alunorte, em Barcarena (PA). As duas empresas fazem parte do grupo Hydro, que, no Brasil, possui a cadeia do alumínio totalmente verticalizada e seus ativos integrados, agregando valor desde a mineração de bauxita, no Pará, até a elaboração de produtos acabados de alumínio, nos estados de São Paulo e Santa Catarina.

Fonte: Hydro

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