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FAKE NEWS

Anúncios de falsos produtos anticoronavírus se espalham e viram caso de polícia

Informações falsas viralizam em redes sociais, no Brasil e no mundo.

14 Fev 2020 - 15h13Atualizado 14 Fev 2020 - 16h11Por Redação
Anúncios de falsos produtos anticoronavírus se espalham e viram caso de polícia - Crédito: Reprodução/internet Crédito: Reprodução/internet
Propagandas enganosas de produtos que supostamente protegem contra o novo coronavírus covid-19, como multivitamínicos orais e injetáveis, azul de metileno e ozonioterapia, têm circulado nas redes sociais e preocupado entidades médicas. Uma delas virou até caso de polícia.
 
Na última semana, a dona de uma farmácia na região metropolitana de Curitiba (PR) foi autuada por policiais civis sob suspeita de promover a venda de polivitamínicos sob a promessa de prevenir contra o coronavírus.
 
No anúncio, a caixa com 90 cápsulas do suplemento era oferecida numa promoção, de R$ 90 por R$ 79,99. O estabelecimento dizia que o produto era um tratamento completo, de três meses, contra o coronavírus.
 
Em grupos de WhatsApp também circula um vídeo de um suposto médico recomendando "imunomodulação com altas doses injetáveis de vitaminas D e C e aminoácidos" como forma de proteção.
 
Nesta semana, circulou um outro vídeo com um médico dizendo que a injeção de azul de metileno, uma solução antisséptica, poderia ajudar na prevenção do vírus.
 
Até o uso de urina de vaca e de cocaína já foi sugerido como prevenção ao coronavírus. Por meio da sua conta no Twitter, a OMS tem feito vários desmentidos de tratamentos milagrosos, muitos alegando terem aval da organização e dos ministérios nacionais de saúde. Entre eles estão recomendações para o consumo de alho, óleo de gergelim e vitamina C. 
 
Em janeiro, por exemplo, um alerta foi publicado informando que água sanitária não cura o coronavírus e que pode provocar efeitos colaterais graves, como vômitos, diarreia e desidratação grave.
 
A vitamina C tampouco é capaz de impedir a infecção pelo novo coronavírus. Essa informação falsa estava sendo compartilhada no Facebook.
 
Na Itália e em Taiwan, notícias sobre produtos com "enzimas naturais" para lavar as mãos viralizaram, mesmo sem evidências científicas de que eles sirvam para proteger contra o vírus.
 
Na lista de verificações de fatos, há ainda fake news sobre cura, como as que dizem que o Quênia e a Romênia já desenvolveram vacinas. 
 
Há alguns grupos internacionais iniciando os preparativos para os testes clínicos de substâncias candidatas a vacina e de medicamentos para alívio dos sintomas causados pela infecção, mas não existe nenhum produto já pronto ou aprovado por órgãos reguladores.
 
 

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