Dólar Comercial compra R$ 5,5495 venda R$ 5,55 máxima 5,5592
Euro compra R$ 6,4806 venda R$ 6,4852 máxima 6,487
23 Set - 12h52
quarta, 23 de setembro de 2020
BASA - EM CADA ORAÇÃO... DESK - 18.9
LIDER MAGAZAN - BIJU MOB - 23.9
ARMAMENTO

Com licença de colecionador do Exército, homem guardava armas do PCC

Acusado participou de cursos e concursos de tiros desportivos, em cidades diferentes do Brasil. Desde 2014, porém, parou de frequentar ambientes de tiros no país.

16 Set 2020 - 08h55Atualizado 16 Set 2020 - 09h23Por Da Redação
Levi Adriano Felício, preso em outubro do ano passado no Paraguai - Crédito: Senad/DivulgaçãoLevi Adriano Felício, preso em outubro do ano passado no Paraguai - Crédito: Senad/Divulgação

Informações do Ministério Público (MP) apontaram que Levi Adriani Felício, de 54 anos, era integrante da nova cúpula do Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo o relatório divulgado pela Polícia Federal (PF), o homem era responsável por lavar dinheiro e guardar armas para a facção no Paraguai.

De acordo com a informação do MP, divulgada na última segunda-feira, 14, Felício, um dos líderes do setor de "logística e fornecimento de drogas" do PCC, tinha certificado de registro como colecionador, atirador e caçador (CAC) junto ao Exército brasileiro. O documento encontrado pela investigação tinha validade até 2016

O certificado assinado pelo Ministério da Defesa o permitia colecionar, recarregar munição e fazer uso desportivo. A defesa de Felício nega que ele seja criminoso e diz que as armas apreendidas com ele em sua detenção, no Paraguai, estavam devidamente registradas.

Em nota, o Exército afirmou que a permissão foi cancelada em 2017. Promessa de campanha do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), a flexibilização da atuação dos CACs tem gerado polêmica. Em abril, o presidente revogou portarias que determinavam um rastreamento mais rígido de marcação de armas e de munições. Especialistas no tema apontaram, à época, que a medida poderia ajudar facções criminosas.

De acordo com documentos reunidos pela PF, Felício participou de dezenas de cursos e concursos de tiros desportivos, em cidades diferentes do Brasil. Desde 2014, porém, parou de frequentar ambientes de tiros no país. Isso porque, de acordo com a investigação, passou a viver no Paraguai, agindo como narcotraficante.

Felício "teria assumido a função de adquirir drogas em solo estrangeiro e remeter para o Brasil, para interesse do PCC", escreveu o delegado da PF Florisvaldo Emílio das Neves à época. Desde a prisão de Sérgio de Arruda Quintiliano Neto, o Minotauro, ele seria o "homem forte" do PCC no Paraguai, até ser preso.

 

Fonte: UOL

 

Envie denúncias, informações, vídeos e imagens para o Whatsapp do Portal Roma News
(91) 99385-1113ou clique aqui e fale conosco

Deixe seu Comentário

Leia Também

Prévia da inflação em setembro fica em 0,45%, diz IBGE
ECONOMIA

Prévia da inflação em setembro fica em 0,45%, diz IBGE

há 7 minutos atrás
Prévia da inflação em setembro fica em 0,45%, diz IBGE
Desemprego subiu 27,6% em quatro meses de pandemia
PNAD 2020

Desemprego subiu 27,6% em quatro meses de pandemia

há 22 minutos atrás
Desemprego subiu 27,6% em quatro meses de pandemia
Câmara instala comissão para reformar Lei da Lavagem de Dinheiro
MUDANÇAS

Câmara instala comissão para reformar Lei da Lavagem de Dinheiro

há 37 minutos atrás
Câmara instala comissão para reformar Lei da Lavagem de Dinheiro
Torre Eiffel é esvaziada nesta quarta-feira por suspeita de bomba
POR SEGURANÇA

Torre Eiffel é esvaziada nesta quarta-feira por suspeita de bomba

23/09/2020 11:51
Torre Eiffel é esvaziada nesta quarta-feira por suspeita de bomba
Bolsonaro e Felipe Neto estão entre as 100 personalidades do ano de 2020
FAMOSOS

Bolsonaro e Felipe Neto estão entre as 100 personalidades do ano de 2020

23/09/2020 11:15
Bolsonaro e Felipe Neto estão entre as 100 personalidades do ano de 2020
Últimas Notícias