Dólar Comercial compra R$ 5,624 venda R$ 5,6246 máxima 5,6251
Euro compra R$ 6,6453 venda R$ 6,6472 máxima 6,6569
27 Out - 06h40
terça, 27 de outubro de 2020
LIDER MAG - MODA 2a- 26 E 27.10 - DESK
LIDER MAG - MODA 2a - 26 E 27.10 - MOB
ESCOLAS

Covid-19: maioria dos estados segue sem aulas presenciais

No Pará, algumas regiões classificadas nas bandeiras amarela, verde e azul já tem autorização para retomar as atividades escolares

21 Set 2020 - 08h50Atualizado 21 Set 2020 - 08h58
Covid-19: maioria dos estados segue sem aulas presenciais - Crédito: Agência Brasil Crédito: Agência Brasil

Com um indício de queda nas curvas de mortes e casos por covid-19, um dos principais temas nos processos de reabertura econômica e flexibilização do isolamento nos estados tem sido a situação das aulas nas redes de ensino. Até o momento a maioria dos estados segue sem aulas presenciais

No Pará, o retorno as aulas presenciais foi autorizado nas regiões classificadas nas bandeiras Amarela, Verde e Azul. No último dia 16 de setembro, o Governo anunciou a reclassificação do estado, enquadrando as regiões Metropolitana de Belém, Marajó Oriental e Baixo Tocantins na Bandeira Verde. As regiões Xingu e Tapajós saíram da Bandeira Laranja para a Amarela. A atualização do Decreto n° 800 permitiu atividades como teatro, cinema e serviços de educação nas cidades a partir da Bandeira Amarela. Já nos municípios classificados na Bandeira Laranja podem voltar a funcionar academias, bares e restaurantes.

Em 27 de agosto, o governo já havia autorizado, a partir de 1º de setembro, a volta de aulas presenciais nas redes pública e privada nos municípios classificados nas bandeiras Amarela, Verde e Azul. A participação dos alunos não é obrigatória. As escolas devem possibilitar também a alternativa de educação a distância. Foram instituídas obrigações, tais como: distanciamento de pelo menos 1 metro, acesso restrito a ambientes coletivos (como bibliotecas e áreas de lazer), funcionamento em horários diferentes por turma ou faixa etária, além da alternativa de ensino remoto. 

As bandeiras foram estabelecidas no âmbito do projeto Retoma Pará, que dividiu o estado em regiões de acordo com indicadores como taxa de crescimento dos novos casos e de hospitalizações, leitos de UTI com ventiladores disponíveis, quantidade de equipamentos de proteção individual e índice de presença de equipes de saúde.

Estão na Bandeira Amarela, de risco intermediário, Xingu, Tapajós, Nordeste, Carajás e Marajó Ocidental. Nesse grupo, as prefeituras ficam autorizadas a avançar na abertura de atividades comerciais, desde que mantidos os protocolos de saúde acordados entre estado e municípios.

Fica autorizada a abertura dos setores já permitidos nas bandeiras Vermelha e Laranja. Além disso, há orientações específicas. Os ambientes de estabelecimentos, incluindo shoppings, podem funcionar com taxa de ocupação restrita a no máximo 60% da capacidade. Instituições religiosas podem ter eventos com no máximo 30% da capacidade. Empregadores e responsáveis por locais devem garantir equipamentos de proteção individual, priorizar o teletrabalho ou fazer revezamento por turnos e afastar pessoas do grupo de risco. Continua a proibição de eventos em espaços públicos, academias, teatros, cinemas, aulas e atividades turísticas.

As demais regiões do estado (Araguaia e Baixo Amazonas) estão na Bandeira Laranja, de risco médio. Os municípios ficam autorizados a definir as atividades não essenciais que podem ser abertas. É permitido, por exemplo, o funcionamento de concessionárias, indústrias, comércio de rua, shoppings, salão de beleza e construção civil, todas com metade da capacidade. Igrejas podem realizar atividades, mas com até 100 pessoas. Ainda não podem abrir escolas, academias, espaços públicos, atividades imobiliárias e clubes sociais. Não há mais regiões na Bandeira Vermelha, de risco alto, onde são permitidos apenas os serviços considerados essenciais.

Demais Estados

As atividades pedagógicas presenciais reiniciaram primeiramente no estado do Amazonas, em agosto. Lá, a preocupação agora é com o monitoramento dos profissionais de educação e alunos, que vem ensejando uma disputa judicial entre professores e o governo estadual. A contenda também ocorre no Rio de Janeiro, em relação às aulas na rede privada.

No Rio Grande do Sul o calendário iniciou em setembro pela educação infantil, com previsão de término para novembro. Rondônia adiou o início das aulas até o dia 3 de novembro. O Rio Grande do Norte suspendeu as aulas até o fim do ano. Em outros estados não há definição de data de retorno. Estão neste grupo Distrito Federal, Goiás, Pernambuco, Ceará, Alagoas, Maranhão, Bahia, Paraná, Mato Grosso, Acre e Roraima.

Contudo, em alguns estados foi decretado o retorno das atividades pedagógicas remotas. O governo de Mato Grosso havia determinado a volta nessa modalidade para a educação básica no início de agosto, mesma situação do Amapá. No estado, as aulas em casa foram permitidas também para os alunos da Universidade Estadual (Ueap).

No Tocantins, o ensino remoto foi definido para os alunos do ensino fundamental da rede estadual no dia 10 de setembro. Em Alagoas, a retomada por meio de aulas remotas ocorreu no dia 17 de setembro. Em Minas Gerais, foi autorizado o retorno das aulas práticas dos cursos de saúde apenas, que passaram a ser consideradas serviço essencial.

No Rio de Janeiro, a volta às aulas na rede particular está em disputa judicial, enquanto a região metropolitana teve piora nos indicadores de risco para covid-19 e pode retroceder na classificação.

 

Fonte: Agência Brasil

 

 

Envie denúncias, informações, vídeos e imagens para o Whatsapp do Portal Roma News
(91) 98469-4559ou clique aqui e fale conosco

Deixe seu Comentário

Leia Também

Petrobras reduz preços de gasolina e diesel a partir de amanhã
ECONOMIA

Petrobras reduz preços de gasolina e diesel a partir de amanhã

26/10/2020 23:41
Petrobras reduz preços de gasolina e diesel a partir de amanhã
MP destina cestas básicas a quilombolas, indígenas e pescadores
DIREITOS HUMANOS

MP destina cestas básicas a quilombolas, indígenas e pescadores

26/10/2020 22:45
MP destina cestas básicas a quilombolas, indígenas e pescadores
Brasil tem mais 263 mortes e 15.726 novos casos de covid-19
PANDEMIA

Brasil tem mais 263 mortes e 15.726 novos casos de covid-19

26/10/2020 22:06
Brasil tem mais 263 mortes e 15.726 novos casos de covid-19
Estoque de empregos encerrou 2019 no maior nível em quatro anos
ANTES DA PANDEMIA

Estoque de empregos encerrou 2019 no maior nível em quatro anos

26/10/2020 18:11
Estoque de empregos encerrou 2019 no maior nível em quatro anos
Vídeo: pastora da Assembleia de Deus diz a pais para ‘meter uma mão na cara e uma pisada no pescoço’ para educar filhos
EM CULTO

Vídeo: pastora da Assembleia de Deus diz a pais para ‘meter uma mão na cara e uma pisada no pescoço’ para educar filhos

26/10/2020 18:00
Vídeo: pastora da Assembleia de Deus diz a pais para ‘meter uma mão na cara e uma pisada no pescoço’ para educar filhos
Últimas Notícias