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DIVERGÊNCIAS

Em depoimento, PM's contrariam vídeos e citam "uso moderado da força" em Paraisópolis

02 Dez 2019 - 13h42Atualizado 02 Dez 2019 - 15h34
Em depoimento, PM's contrariam vídeos e citam "uso moderado da força" em Paraisópolis - Crédito: Reprodução Crédito: Reprodução

Já prestaram depoimento à Polícia Civil, quatro policiais militares que participaram da ação na favela de Paraisópolis, na zona sul de São Paulo, durante um baile funk, usaram a mesma narrativa para admitir uso da força, mas que isso foi feito “moderadamente”. Segundo eles, um criminoso em uma moto atirou contra eles e, na perseguição a esse suspeito, eles adentraram o baile na favela de Paraisópolis. A confusão deixou nove pessoas mortas.

Prestaram depoimento os policiais militares Antonio Marcos Cruz da Silva, Vinícius José Nahool Lima, Thiago Roger de Lima Martins Oliveira e Renan Cesar Angelo. Todos são da Força Tática (agrupamento especial) do 16º Batalhão de Polícia Militar, que age na zona sul. Neles, uma mesma versão: estavam na operação, denominada pelo governo de São Paulo como "Pancadão" e que, ao se aproximarem de Paraisópolis, foram recebidos a tiros por um dos dois ocupantes de uma moto.

Na ação, foram mortos jovens de 14 a 23 anos que estavam no baile funk DZ7, um dos bailes de favela mais conhecidos de São Paulo.

Contrariando o depoimento dos policiais, vídeos feitos por moradores de Paraisópolis, que repercutiram durante todo o domingo nas redes sociais e que está sob posse da Polícia Civil e da Corregedoria da PM, mostram policiais militares fardados agredindo jovens já rendidos.

Entre as agressões registradas em vídoes, há imagens de chutes, pisoteamentos, tapas no rosto e uso indiscriminado de cassetetes. Além dos vídeos, a versão das testemunhas também diverge dos policiais. Frequentadores do baile negam que tenha ocorrido tiroteio e afirmam que os policiais militares entraram na favela com o objetivo de fazer a dispersão pelo barulho, não porque havia criminosos fugindo em meio aos jovens.

Essas testemunhas também contaram que os PMs afunilaram os jovens em vielas e que houve espancamentos a esmo provocados por policiais. As informações são investigadas pela Corregedoria da PM e pela Polícia Civil.

 

Fonte: UOL

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