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Em reunião sobre coronavírus, Bolsonaro e Doria trocam acusações

25 Mar 2020 - 13h37Atualizado 25 Mar 2020 - 13h47
Em reunião sobre coronavírus, Bolsonaro e Doria trocam acusações -

O presidente Jair Bolsonaro e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), trocaram acusações nesta quarta-feira, 25, durante uma videoconferência com governadores da região Sudeste para discutir sobre o combate ao novo coronavírus.

Bolsonaro tem realizado reuniões à distância com governadores das cinco regiões do país. Na segunda-feira, 23, falou com mandatários do Norte e do Nordeste. Na terça, 24, com os do Sul e do Centro Oeste.

Durante a reunião desta quarta, Dória disse que Bolsonaro deveria dar um exemplo de líder durante a crise e lamentou o pronunciamento desta terça em cadeia nacional, no qual o presidente criticou medidas de isolamento para evitar o avanço do vírus, ao contrário do que determinam as autoridades sanitárias.

“Na condição de cidadão, de brasileiro, e também de governador, início lamentando os termos do seu pronunciamento à nação. O senhor como presidente da República tem que dar o exemplo. Tem que ser mandatário para comandar, para dirigir, liderar o país, e não para dividir", afirmou o governador.

Bolsonaro, na resposta, disse que Dória “apoderou-se” do seu nome para se eleger governador e que depois “virou as costas”, passando a atacar o governo federal.

“Subiu à sua cabeça a possibilidade de ser presidente da República. Não tem responsabilidade. Não tem altura para criticar o governo federal, que fez completamente diferente o que outros fizeram no passado. Vossa excelência não é exemplo para ninguém”, declarou.

Em outro momento da conversa, Doria disse que manteve divisas do estado, estradas e aeroportos abertos, bem como fábricas, que seguem as orientações sanitárias determinadas pelo Ministério da Saúde e pela Organização Mundial de Saúde.

“Nós estamos preocupados com a vida de brasileiros dos nossos estados, preservando também empregos e o mínimo necessário para que a economia possa se manter ativa”, declarou.

Depois de finalizar sua fala, Bolsonaro passou a palavra ao ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, que, segundo ele, também teria sido atacado pelo governador de São Paulo. O ministro pediu calma e equilíbrio.

“Volto a repetir, no momento onde se tem uma crise dessa proporção a primeira palavra que a gente precisa ter é clama e equilíbrio”, afirmou Mandetta.

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