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Fósseis achados há 24 anos são de espécie inédita de dinossauro no Brasil

03 Mai 2021 - 15h30Atualizado 03 Mai 2021 - 14h24
Fósseis achados há 24 anos são de espécie inédita de dinossauro no Brasil - Crédito: Reprodução/Pixabay Crédito: Reprodução/Pixabay

Graças ao uso de novas técnicas de identificação, pesquisadores descobriram que os fósseis de um dinossauro encontrados há 24 anos na cidade de Cândido Rodrigues, interior de São Paulo, são de uma espécie de titanossauro até agora inédita na paleontologia brasileira. Antes, acreditava-se que os ossos eram de um dinossauro semelhante aos que viveram na Argentina.

A nova descoberta já permitiu que o gigante, que media aproximadamente 20 metros de comprimento, fosse rebatizado.

O estudo, publicado no último dia 29 na revista inglesa Historical Biology, foi desenvolvido pelos pesquisadores Julian Silva Junior e Max Langer, da USP (Universidade de São Paulo) de Ribeirão Preto, Fabiano Vidori, colaborador do Museu de Monte Alto, Thiago Marinho, da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, e pelos pesquisadores argentinos Augustin Martinelli e Martin Hechenleitner. Com as inovações tecnológicas, eles concluíram que o dinossauro brasileiro não era “parente” de outros dinos argentinos, como se acreditou inicialmente.

Com as novas descobertas, o dinossauro ganhou um novo nome de “batismo”: Arrudatitan maximus, em homenagem ao professor Antônio Celso de Arruda Campos, coordenador das escavações que aconteceram entre 1997 e 98, falecido em 2015. Segundo Julian, o Arrudatitan tinha entre 19 e 22 metros de comprimento, sendo considerado o terceiro maior dinossauro do País. 

A diretora do Museu de Paleontologia de Monte Alto, Sandra Tavares, o estudo em questão amplia o conhecimento sobre os fósseis de titanossauros que vivem na região. Os fósseis do Arrudatitan maximus, além de sua importância científica, estão entre as peças mais apreciadas da coleção do museu pela dimensão dos ossos. “Em breve, os fósseis poderão ser vistos pelo público em geral na reabertura do museu, logo após a estabilidade da pandemia do coronavírus” destaca.

Com informações do IstoÉ

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