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SUSPEITA DE FRAUDE

Justiça suspende prisão domiciliar de Roger Abdelmassih

13 Ago 2019 - 16h26Atualizado 13 Ago 2019 - 16h27
Justiça suspende prisão domiciliar de Roger Abdelmassih - Crédito: Reprodução/TV Globo Crédito: Reprodução/TV Globo

A Justiça de São Paulo suspendeu nesta terça-feira, 13, a prisão domiciliar do ex-médico Roger Abdelmassih por suspeita de fraude nas declarações das condições de saúde do ex-médico que sustentaram o pedido para que ele cumprisse a pena em casa.

Abdelmassih, 75 anos, cumpre prisão domiciliar desde 2017. Ele foi condenado a 181 anos de prisão por 48 estupros em 37 pacientes em sua clínica de reprodução assistida.

A Polícia Civil está em frente ao prédio de Abdelmassih nos Jardins, em São Paulo, para cumprir o mandado de prisão expedido pela juíza Andrea Barreira Brandão na segunda-feira, 12. Pelo mandado, o ex-médico deverá ficar ao menos 30 dias preso para que seja feita a perícia técnica.

A Justiça determinou, em julho deste ano, que a Polícia Civil investigasse uma suposta fraude do ex-médico Roger Abdelmassih para agravar sua situação clínica, obter prisão domiciliar e deixar a penitenciária 2 em Tremembé, São Paulo.

Ele teria tido ajuda de um outro detento, o também médico Carlos Sussumu, e atua na enfermaria da unidade - à Justiça, esse preso negou a ação.

Com a decisão, Sussumu voltou a cumprir, desde 24 de julho, pena na cela e perdeu o direito às 'saidinhas'.

Sussumo cumpre pena por extorsão e associação criminosa na P2 de Tremembé - conhecida por abrigar presos de casos de grande repercussão. Médico e com registro ativo, ele atuou em 2017 no ambulatório da unidade em troca de redução de pena por dia trabalhado.

Abdelmassih, um dos mais renomados especialistas em reprodução assistida do Brasil, com um luxuoso escritório na Avenida Brasil, chegou a ficar preso de 17 de agosto a 24 de dezembro de 2009. O então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, concedeu ao médico o direito de responder o processo em liberdade. Por causa dessa liminar, que ainda não tem uma decisão definitiva, o condenado poderá aguardar em liberdade.

Mais de 200 pessoas foram ouvidas no processo. Entre elas, há 130 testemunhas de defesa e 35 mulheres que dizem ter sido atacadas dentro da clínica do médico. Algumas afirmam que sofreram mais de um abuso sexual. Em interrogatório à Justiça, o médico teria negado os abusos e dito que apenas dava beijos no rosto das pacientes. 

Com informações do Globo.com

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