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SEXO HIBRIDO

Pandemia aumenta prática do ‘sexo online’ no Brasil

26 Set 2021 - 09h14Atualizado 26 Set 2021 - 11h25
Pandemia aumenta prática do ‘sexo online’ no Brasil - Crédito: Pixabay / Free images Crédito: Pixabay / Free images

A pandemia da covid-19 mudou drasticamente a rotina das pessoas. O jeito de trabalhar, de estudar, de fazer compras e de se relacionar com pessoas que moram em outras casas não é mais o mesmo. Com a vida sexual, não seria diferente. A pesquisa nacional “Sexvid” está levantando dados sobre como a chegada do coronavírus está afetando as práticas sexuais dos brasileiros.

Os resultados preliminares apontam que 85% da população segue praticando sexo, mas com algumas adaptações para se adequar à realidade pandêmica.

Uma das mudanças que mais chamam a atenção dos pesquisadores é o aumento do uso de recursos tecnológicos para realizar a prática sexual, que normalmente é on-line e ocorre antes do encontro presencial. É o que eles classificaram como “sexo híbrido”.

"As pessoas estão lançando mão de diferentes práticas, fazendo arranjos com recursos que elas já tinham, mas de forma diferente, por conta da pandemia. Observamos que o uso de videochamadas para práticas sexuais e trocas de mensagens com conteúdos sexuais estão sendo uma etapa do relacionamento com parceiro, algo que antes quase não acontecia, porque logo marcava-se um encontro", explica Amana Mattos, professora do Instituto de Psicologia da Uerj e uma das coordenadoras da pesquisa Sexvid:

"Não é que a pandemia inventou um novo jeito de fazer sexo. Mas diante dos riscos, as pessoas passaram a usar recursos que antes não eram priorizados", conta.

A pesquisadora destaca também como a pandemia se tornou um assunto nas conversas cuja finalidade é a prática sexual. Questões como a vacinação e o cuidado para não se infectar aparecem sempre.

Os dados preliminares apontam que a maioria das pessoas que tiveram práticas sexuais na pandemia as fizeram com parceiros fixos. No entanto, quem se encontrou com alguém que não era de seu convívio, usou os aplicativos para conhecer seu novo parceiro. Na maioria das vezes, a primeira prática sexual ocorreu à distância.

Fonte: Sexvid.

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