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ELEIÇÕES 2018

Twitter teve 2,7 milhões de postagens sobre divergências político-ideológicas

13 Out 2018 - 14h36
Twitter teve 2,7 milhões de postagens sobre divergências político-ideológicas - Crédito: Antonio Cruz/ Agência Brasil / divulgação TWITTER/Agência Brasil Crédito: Antonio Cruz/ Agência Brasil / divulgação TWITTER/Agência Brasil

Desde as 19h de domingo (7) até 15h de quinta-feira (11), os usuários do Twitter movimentaram o site com 2,7 milhões de postagens relacionadas a ataques motivados por divergências político-ideológicas. Segundo o mapeamento da Diretoria de Análise de Políticas Públicas (Dapp), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a parcela populacional que mais manifestou apreensão diante das ocorrências foram pessoas LGBTI+, negros e mulheres.

O pico de publicações veiculadas com esse teor foi identificado já na primeira hora de análise, período em que se registrou uma média de 3,2 mil tweets - como são chamadas as micropostagens do Twitter - por minuto. Nesse momento, informou o Dapp, houve predominância de tweets de usuários que faziam menção ao medo diante dos resultados do primeiro turno.

O assunto mais comentado no Twitter no dia seguinte, foi a morte do capoeirista Mestre Moa, citado em 112 mil postagens. Um grande volume de denúncias sobre outros casos e compartilhamentos de conteúdos que noticiavam agressões a jornalistas e eleitores do Partido dos Trabalhadores (PT) também foi identificado, segundo a Dapp.

Na data, postagens repercutindo incidentes de violência psicológica e moral, como ofensas virtuais e ameaças também se multiplicaram na rede, evidenciando que as vítimas têm sido agredidas nas ruas e nos mais diversos locais, incluindo o transporte público e seu próprio local de trabalho. Ao mesmo tempo, usuários da rede divulgaram campanhas e iniciativas como forma de encorajá-las a denunciar formalmente os agressores.

Segundo informações da Dapp, na quarta-feira (10), os posicionamentos oficiais do candidato Jair Bolsonaro (PSL) e seu adversário, Fernando Haddad (PT) mobilizaram significativamente o debate em torno das violências cometidas após o primeiro turno do pleito. Os candidatos assinavam dois dos cinco tweets de maior impacto no período.

Junto às declarações de ambos os candidatos, informaram os pesquisadores da Dapp, prevaleceram as menções ao caso da jovem agredida e marcada com uma suástica, no Rio Grande Sul. Ao todo, foram identificadas 329 mil referências ao fato.

"Tanto perfis contrários a Bolsonaro quanto favoráveis discutiram sobre o ataque, com críticas à volta de situações violentas associadas ao nazismo, à quantidade de ataques a minorias (em especial homossexuais) e à falta de posicionamento das autoridades. Perfis pró-Bolsonaro, com base em entrevistas com a equipe que investiga o crime, questionaram se foi, de fato, um crime de ódio, e argumentaram que nem todos os ataques são de apoiadores do deputado federal, mas sim de opositores que desejam prejudicá-lo na eleição", destacou a Dapp em seu relatório.

Com informações, Agência Brasil.

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