Dólar Comercial compra R$ 4,0220 venda R$ 4,0224 máxima 4,0476
Euro compra R$ 4,5058 venda R$ 4,5079 máxima 4,5307
25 Mai - 06h06
sábado, 25 de maio de 2019
vale
cerpa_mobile
CONHEÇA

Artesanato é fator de transformação para mulheres de comunidade em Carajás

16 Mai 2019 - 05h00Por da redação
Artesanato é fator de transformação para mulheres de comunidade em Carajás - Crédito: Portal Roma News Crédito: Portal Roma News

O grupo Mulheres de Barro surgiu em 2011, após seis anos de um profundo treinamento de mulheres, em um sítio arqueológico na Serra dos Carajás. Este treinamento, desenvolvido por meio de oficinas do programa de educação patrimonial, vinculado aos projetos de prospecção e salvamento arqueológico ocorridos na área do Projeto Salobo (PA), foi fator determinante para que a vida de muitas pessoas pudesse mudar.

Algumas mulheres do grupo já produziam artesanato usando sementes e outras matérias-primas, e nessas oficinas potencializaram o seu trabalho de artesãs ao aprenderem a lidar com o barro e transformá-lo em cerâmica pela química mágica da queima.

No entanto, mais do que aprender a usar técnicas de produção ceramista, essas mulheres já buscavam referências ancestrais que gerassem uma identidade visual para o artesanato produzido no local.

Mesmo infrentando o cansaço, o grupo Mulheres de Barro prosseguiu com a ideia da criação de um espaço em que pudessem produzir cerâmica, ministrar oficinas para multiplicar o conhecimento, expor e comercializar os produtos. Com o Projeto “Implantação do Centro Mulheres de Barro de Exposição e Educação Patrimonial da Serra dos Carajás", o grupo conseguiu o selo da Lei Rouanet e o patrocínio Vale para a realização do sonho e com isso, foi inaugurado o Centro Mulheres de Barro.

As “Mulheres de Barro" buscam tomar a história e a memória em suas mãos, pelas quais retomam peças ancestrais em produtos contemporâneos. A inspiração vem dos vestígios recuperados em sítios arqueológicos localizados na Serra dos Carajás.

Esses vestígios, materializados em formas diversas, sejam pela utilização de figuras antropomorfas, zoomorfas, ou pelos grafismos puros, são naturais de povos que habitaram as proximidades do rio ltacaiunas e seus afluentes há pelo menos seis mil anos. Neste rio, o Museu Paraense Emílio Goeldi realizou pesquisa arqueológica em convênio com a VaIe.

Deixe seu Comentário

Leia Também

Mais de 100 crianças aguardam por adoção no Pará
DIA NACIONAL DA ADOÇÃO

Mais de 100 crianças aguardam por adoção no Pará

25/05/2019 04:59
Mais de 100 crianças aguardam por adoção no Pará
Embrapa realiza curso sobre uso de sementes florestais como gema orgânica
BIOJÓIAS

Embrapa realiza curso sobre uso de sementes florestais como gema orgânica

25/05/2019 04:58
Embrapa realiza curso sobre uso de sementes florestais como gema orgânica
Ministério Público pede suspensão de atividades de centro onde criança foi agredida
REVOLTANTE

Ministério Público pede suspensão de atividades de centro onde criança foi agredida

24/05/2019 23:30
Ministério Público pede suspensão de atividades de centro onde criança foi agredida
Polícia recupera motocicleta roubada em Marituba
NESTA SEXTA-FEIRA

Polícia recupera motocicleta roubada em Marituba

24/05/2019 21:45
Polícia recupera motocicleta roubada em Marituba
O que você acha da Lei Maria da Penha para transexuais? Assista!
POVO FALA

O que você acha da Lei Maria da Penha para transexuais? Assista!

24/05/2019 19:57
O que você acha da Lei Maria da Penha para transexuais? Assista!
Últimas Notícias