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ROMARIA

Fiéis relatam expectativa de chegar perto da Nazinha. Assista!

Após o final da Romaria Fluvial, a Imagem Peregrina segue para o Colégio Gentil Bitencourt pela Moto Romaria

12 Out 2019 - 09h33Atualizado 12 Out 2019 - 10h23
Fiéis relatam expectativa de chegar perto da Nazinha. Assista! - Crédito: Diego Monteiro/Roma News Crédito: Diego Monteiro/Roma News

A Romaria Fluvial começou na manhã deste sábado, 12, por volta das 9h, saindo do Trapiche de Icoarari, distrito de Belém. Cerca de 50 mil pessoas participam da programação, segundo estimativa do Dieese/Pa e Diretoria do Círio de Nazaré. Após a celebração, a Imagem Peregrina vai para o Colégio Gentil Bittencourt, na Avenida Nazaré, pela Moto Romaria.

A Imagem deve chegar do fluvial por volta de 11h30 pelo navio Garnier Sampaio. Com a expectativa de chegar perto da Nazinha e pedir as suas bençãos, muitos fiéis se encontram nos arredores da Estação das Docas e na escadinha do Cais do Porto. Na passagem, tem até quem deseje pegar uma flor da berlinda para fazer dela um remédio.

Os fiéis estão esperando o início da Moto Romaria, procissão que surgiu em 1990 e cerca de 45 mil pessoas são esperadas nesta edição. Dessas, 15 mil são motos.

Para resguardar a segurança dos romeiros e evitar que pessoas andam com motos vencidas ou motoqueiros sem capacetes, a Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém (Semob) está relizando uma operação em frente ao terminal hidroviário fiscalizando os motoqueiros da área. Só ingressará ao pórtico de controle pessoas fazendo o uso de equipamentos obrigatórios de segurança – habilitação, capacete e documentação.

Testemunho de um milagre

Cecília Monteiro é a prova de que milagres existem. Ela é devota de Nossa Senhora de Nazaré e Santa Rita de Cássia, e relata que alcançou a graça da saúde de sua mãe anos atrás por meio da fé. 

"A minha mãe tinha um ferimento que o médico dizia que não tinha uma explicação por não sarar, aí eu apelei pra Nossa Senhora e Rita de Cássia que eu sou devota, aí eu consegui sarar a minha mãe", conta emocionada. Celícia revela ainda que por 40 anos o ferimento não sarou, apenas após as preces, que ela foi curada. Assista!

 

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