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DECLARAÇÃO

‘Acho um absurdo politizar’, diz Felipe Carreras sobre cultura

08 Dez 2019 - 09h30Atualizado 08 Dez 2019 - 09h32
‘Acho um absurdo politizar’, diz Felipe Carreras sobre cultura - Crédito: Pablo Valadares Crédito: Pablo Valadares

Definindo-se como um deputado de "centro-esquerda", Felipe Carreras lidera na Câmara a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Cultura e do Entretenimento. Criada no dia 29 de novembro, ela reúne 208 deputados e 10 senadores, e é uma espécie de alternativa a outra frente, reunida desde agosto, que também é dedicada ao setor.

Convocada graças à pressão de produtores culturais, hoje ela tem cerca de um terço (31%) de integrantes evangélicos, autodeclarados conservadores, ruralistas ou integrantes da bancada da bala. Ainda assim, Carreras acredita que não se deve "politizar nem partidarizar" a cultura. Leia mais abaixo.

Por que o senhor decidiu criar a frente?

Vários produtores culturais nos procuraram, preocupados sobretudo com a questão dos direitos autorais. É necessário criar uma nova legislação sobre este tema para o país. O compositor de pequeno porte tem queixas enormes em relação à transparência. Tivemos adesão de mais de 200 deputados e senadores, e começamos a atuar objetivamente na questão cultura. Precisamos desenvolver políticas públicas.

É possível debater com a outra frente? Elas têm perfis diferentes?

Cabe a cada uma estabelecer uma pauta. Há uma diversidade grande, elas são plurais. A frente não tem que ser cartorial.

O senhor acha que a posição política e ideológica de um parlamentar pode influenciar sua atuação na frente?

Não vamos levar em nenhum momento a questão cultural para o ambiente político-partidário. Não tenho o objetivo de que a política paute a cultura. Não vamos admitir isso. Acho um absurdo politizar e partidarizar. A gente quer política de estado. Há um ambiente de ódio, todos sabemos. Sou de um partido de centro-esquerda. Tem como produzir resultados se trabalharmos de forma integrada.

Então ideologia e política cultural não combinam?

Quem tem a função de estar à frente política de qualquer área tem que estar em sintonia com o movimento cultural. Tem que ter um cuidado maior ainda. Não pode manifestar a opinião pessoal. Mas traduzir o sentimento de setores da área cultural. É preciso ouvir o setor, dialogar com ele. Se não a gente perde a razão da essência de estar aqui.

Fonte: Globo.

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