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VICE-PRESIDENTE

Após nomeação de general, Mourão afirma que militares não podem pagar por erros do governo

Todos os ministros que têm gabinete no Palácio do Planalto são militares. O próprio Mourão e também o presidente Jair Bolsonaro são militares da reserva

14 Fev 2020 - 14h44Atualizado 14 Fev 2020 - 14h49
Após nomeação de general, Mourão afirma que militares não podem pagar por erros do governo - Crédito: Agência Brasil Crédito: Agência Brasil
O vice-presidente da República, Hamilton Mourão (PRTB), disse nesta sexta-feira, 14, em entrevista a uma estação de rádio, que eventuais erros e acertos do governo "não podem ser debitados" na conta das Forças Armadas.
 
Ele deu a declaração ao ser questionado sobre a nomeação de mais um militar para chefiar um ministério, o general Braga Netto, novo ministro da Casa Civil. Com isso, todos os ministros que têm gabinete no Palácio do Planalto são militares. O próprio Mourão e também o presidente Jair Bolsonaro são militares da reserva.
 
Mourão afirmou que a gestão do presidente tem a preocupação, desde o início, de deixar claro que as Forças Armadas e o governo são entidades diferentes.
 
"Essa é uma preocupação que a gente tem desde o começo do nosso governo. A gente tem que deixar claro que as Forças Armadas continuam do lado de fora, apesar de nós termos a presença de elementos do meio militar. Mas as Forças Armadas estão fora na mão dos seus comandantes. E isso a gente tem que deixar muito claro o tempo todo porque eventuais erros e acertos do nosso governo não pode ser debitados na conta delas", disse o vice-presidente.
 
Nesta quinta, 13, Bolsonaro anunciou que Braga Netto assumiria no lugar de Onyx Lorenzoni, que foi para o Ministério da Cidadania. De acordo com o Mourão, o presidente entendeu que as trocas vão dar mais "agilidade" e "capacidade de negociação" nas conversas do governo com o Congresso. O vice-presidente afirmou que o Executivo entregou "muita coisa" para ser votada no parlamento, porém recebeu pouca de volta.
 
"As mudanças que o presidente Bolsonaro promoveu são mudanças que considerou necessárias no sentido de dar mais agilidade, mais capacidade de negociação. Digamos também que ele julgou que a articulação política não andou da forma necessária. Nós entregamos muita coisa para o Parlamento e recebemos muito pouca coisa de volta. Apesar do parlamento ter aprovado a reforma da previdência, que foi uma coisa extraordinária e ser um parlamento reformista", disse Mourão.
 
Fonte: G1

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