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HISTÓRICO

Donald Trump é o primeiro presidente dos EUA a sofrer dois impeachment

13 Jan 2021 - 18h50Atualizado 13 Jan 2021 - 18h53
Donald Trump é o primeiro presidente dos EUA a sofrer dois impeachment - Crédito: Reprodução/Twitter @realDonaldTrump Crédito: Reprodução/Twitter @realDonaldTrump

A Câmara aprovou nesta quarta-feira, 13, pela segunda vez um pedido para que Donald Trump seja afastado do cargo de presidente dos Estados Unidos faltando seis dias para o final de seu mandato. Com isso, Trump entra para a história como o primeiro presidente dos Estados Unidos a sofrer dois impeachments. 

Agora, o republicanos foi considerado culpado por incitar à violência que teve como resultado a invasão ao Capitólio, sede do Congresso americano, que ocorreu na semana passada. Em 2020, Trump já havia sido sido declarado culpado por obstrução ao Congresso e abuso de poder.

Diferente do Brasil, nos EUA, o presidente não é afastado caso o processo de impeachment seja aprovado na Câmara, para isso, é necessária a aprovação também pelo Senado.

Sendo assim, Trump permanece no cargo até a próxima quarta-feira, 20, data que Joe Biden toma posse como novo presidente.

No primeiro processo movido contra Trump, ele foi absolvido no Senado, que por sua vez é de maioria republicana. Neste caso, nenhum deputado de seu partido votou por sua condenação, somente um senador o fez. Porém, quando o caso chegou na Câmara, os deputados republicanos foram favoráveis a seu afastamento.

Na terça-feira, 12, Donald Trump falou pela primeira vez desde a invasão, para um jornalista e afirmou que há "muita raiva" sobre o novo processo de impeachment, alegando inclusive que se trata da "continuação da maior caça às bruxas da história da política".

Senado

Nunca na história norte americana, um presidente teve o impeachment aprovado no Senado. Antes de Trump, Andrew Johnson e Bill Clinton tiveram seus processos de impeachment aprovados pela Câmara, mas, absolvidos pelos senadores. Já Richard Nixon renunciou muito antes que o processo fosse votado na Câmara.

Com isso, resta saber se os senadores republicanos que romperam laços com Trump terão força para formar a maioria de dois terços no Senado para destituí-lo (na Câmara é preciso apenas maioria simples para o processo avançar). Um outro questionamento é se o Congresso poderá seguir com o impeachment após o presidente deixar o cargo.

Já para o líder do Partido Republicano, Mitch McConnel, se diz satisfeito com a tentativa dos democratas de tirá-lo da Casa Branca e que o presidente Trump cometeu crimes passíveis de impeachment.

Para McConnell, ficará mais fácil expulsar Trump do partido após o impeachment.

Posicionamento de Biden

O presidente eleito dos EUA, Joe Biden, disse que não tomará a frente desta decisão e deixará o processo de impeachment a cargo do Congresso.

Biden não quer inflamar os ânimos entre os republicanos.

Para o atual presidente, o ideal seria que o processo de impeachment sofresse uma pausa no Senado. Para que com isso, não colocasse em risco os planos para combater a pandemia do novo coronavírus e afetasse a economia americana.

 

Com informações do G1

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