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INVESTIGAÇÃO

Exame confirma que parte dos vacinados por falsa enfermeira em BH não receberam imunizante, diz PF

07 Abr 2021 - 21h53Atualizado 07 Abr 2021 - 22h07
Exame confirma que parte dos vacinados por falsa enfermeira em BH não receberam imunizante, diz PF - Crédito: Reprodução/Circuito de Segurança Crédito: Reprodução/Circuito de Segurança

A Polícia Federal confirmou, nesta quarta, 7, que o resultado de exames realizados em algumas pessoas que supostamente teriam sido vacinadas pela cuidadora de idosos Cláudia Mônica Pinheiro Torres, em Belo Horizonte, revelam que não houve aplicação de imunizante contra a covid-19. Para a PF, o número de vítimas pode passar de 2 mil.

Segundo o Delegado Rodrigo Morais, algumas das pessoas que solicitaram os serviços de Cláudia durante exames laboratoriais para detectar anticorpos para covid, mostraram que eles são não reagente tanto para o anticorpo IGM quanto para o IGG, sendo assim, fica comprovado que não houve vacinação contra a doença. A quantidade de pessoas que não foram vacinadas não foi divulgada.

A PF informou que Cláudia já trabalhou em uma clínica de vacinas, a qual utilizava uma carteira falsa do Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro. A corporação já acionou a clínica e solicitou todas as informações sobre a mulher.

Hoje, 7, a PF ouviu dois envolvidos no suposto esquema. Um laudo mostrou que parte do material apreendido na residência de Cláudia é soro fisiológico, e não imunizante.

As investigações apontam ainda que, além de empresários do setor de transporte, moradores de um condomínio de luxo, foram supostamente vacinadas pela acusada. Nenhuma confirmou ter solicitado comprovante para saber qual imunizante estariam recebendo.

De acordo com a polícia, Cláudia teria vacinado moradores de três apartamentos e, solicitado o valos de R$ 600 pelas duas doses da suposta vacina (o mesmo valor que os empresários teriam pago).

Nesta terça, a corporação ouviu o depoimento de um desses moradores, o empresário Marcelo Martins de Araújo, dono de um haras na cidade de Florestal, na Grande BH. Ele teria recebido a primeira dose no dia 5 de março e pode ser quem teria indicado os serviços da falsa enfermeira para Rômulo Lessa. Marcelo disse que comprou a vacina acreditando ser da Pfizer.

A previsão é de que as investigações sigam até o final deste mês.

 

Com informações do G1

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