Dólar Comercial compra R$ 4,4861 venda R$ 4,4866 máxima 4,5008
Euro compra R$ 4,9343 venda R$ 4,9366 máxima 4,9372
27 Fev - 20h20
quinta, 27 de fevereiro de 2020
Unique
Unique_mobile
ENTENDA

Pessoas com "tripofobia" estão revoltadas com o novo iPhone 11 Pro

12 Set 2019 - 08h15Atualizado 12 Set 2019 - 08h32Por Da Redação
iPhone 11 - Crédito: DivulgaçãoiPhone 11 - Crédito: Divulgação

Centenas de usuários de smartphones afirmam que o design do novo iPhone, o iPhone 11, provocou "tripofobia" - aversão à visão de grupos de pequenos buracos. A situação tem sido encarada com seriedade na web e viralizou desde o anúncio do lançamento do aparelho.

"A Apple não pensou em nós que temos TRIPOPOBIA ao fabricar o iPhone 11 Pro. Eu não posso comprá-lo, sentiria coceira o tempo todo, sempre que olhasse para ele", reclamou um usuário no site da empresa.

O termo "tripofobia" foi cunhado pela primeira vez em 2005 no fórum online Reddit e desde então se tornou amplamente comentado nas mídias sociais. A atriz de American Horror Story, Sarah Paulson, e a modelo Kendall Jenner estão entre as que dizem ter essa condição.

O cientista da visão Dr. Geoff Cole, da Universidade de Essex, fez parte do primeiro estudo científico completo sobre tripofobia, trabalhando com seu colega, o professor Arnold Wilkins. "Todos nós temos um pouco disso, é apenas uma questão de intensidade", disse Cole à BBC News.

O Dr. Cole e um companheiro de estudos dele, Prof essor Wilkins, relataram testemunhos de algumas pessoas que vomitaram e outras que disseram que não poderiam trabalhar por vários dias depois de diagnosticadas com a tripofobia. "Pode ser bastante incapacitante", acrescentou Wilkins.

Sintomas


Biscoitos com pequenos buracos podem causar náuseas em quem tem "tripofobia" (foto: divulgação)

A tripofobia não é reconhecida oficialmente, pois não pode ser diagnosticada, mas foi analisada por Cole e seus colegas. Os cientistas estudaram 286 adultos e descobriram que 16% reagiam com aversão a padrões repetitivos, tendo até reações fisiológicas como o aumento dos batimentos cardíacos. Alguns manifestaram arrepios. Outro paciente disse que as imagens "davam-lhe náuseas e tremores".

Arnold Wilkins e Geoff Cole, os pesquisadores que realizaram o estudo, pensam que essas reações podem ser parte de um mecanismo de defesa. Isso porque há muitos animais potencialmente letais, como aranhas e cobras, que têm marcas similares. A aversão seria uma adaptação evolutiva ligada à preservação individual.

Com informações da BBC News.

Envie denúncias, informações, vídeos e imagens para o Whatsapp do Portal Roma News
(91) 99385-1113ou clique aqui e fale conosco

Deixe seu Comentário

Leia Também

Dólar aproxima-se de R$ 4,48, e bolsa cai 2,56% com coronavírus
ECONOMIA

Dólar aproxima-se de R$ 4,48, e bolsa cai 2,56% com coronavírus

há 35 minutos atrás
Dólar aproxima-se de R$ 4,48, e bolsa cai 2,56% com coronavírus
Primeiro animal que pode viver sem oxigênio é descoberto
CIÊNCIA

Primeiro animal que pode viver sem oxigênio é descoberto

27/02/2020 19:05
Primeiro animal que pode viver sem oxigênio é descoberto
Sete países registram primeiro caso de coronavírus, em apenas 24 horas
EPIDEMIA

Sete países registram primeiro caso de coronavírus, em apenas 24 horas

27/02/2020 18:58
Sete países registram primeiro caso de coronavírus, em apenas 24 horas
Um dos maiores eventos de anime é cancelado no Japão devido ao Coronavírus
AnimeJapan

Um dos maiores eventos de anime é cancelado no Japão devido ao Coronavírus

27/02/2020 18:29
Um dos maiores eventos de anime é cancelado no Japão devido ao Coronavírus
Casos suspeitos de coronavírus saltam de 20 para 132 no Brasil
MS PROJETA 300

Casos suspeitos de coronavírus saltam de 20 para 132 no Brasil

27/02/2020 17:58
Casos suspeitos de coronavírus saltam de 20 para 132 no Brasil
Últimas Notícias