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JUSTIÇA

Porteiro que teria mentido sobre Bolsonaro mora em área dominada por milícia

Alberto Mateus ficou conhecido na última semana de outubro, quando o Jornal Nacional divulgou dois depoimentos dele à Polícia Civil do Rio de Janeiro

08 Nov 2019 - 23h11Atualizado 08 Nov 2019 - 23h16
Porteiro que teria mentido sobre Bolsonaro mora em área dominada por milícia - Crédito: Wilton Junior / ESTADÃO CONTEÚDO Crédito: Wilton Junior / ESTADÃO CONTEÚDO

O porteiro que envolveu o nome Jair Bolsonaro no caso Marielle, foi localizado por reportagem da Revista Veja, publicada nesta sexta-feira, 8. Conforme a matéria, o nome dele é Alberto Jorge Ferreira Mateus e mora na Gardênia Azul, bairro em área dominada por milícias na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Ele foi encontrado pelos repórteres do jornal, quando ele apareceu na porta de casa. Quando os profissionais se identificaram, ele declarou, antes de fechar a porta: “Eu não estou podendo falar nada”.

Alberto Mateus ficou conhecido na última semana de outubro, quando o Jornal Nacional divulgou dois depoimentos dele à Polícia Civil do Rio de Janeiro, dizendo que, no dia do assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes, um dos acusados pelo crime, o ex-policial militar Élcio Queiroz, foi ao condomínio em que ele trabalha, o Vivendas da Barra, e lhe disse que ia visitar a casa 58, onde vivia o hoje presidente Jair Bolsonaro.

A versão foi desmentida pelo Ministério Público Federal (MPF). Segundo as investigações, a voz do homem no interfone, não é do presidente.

De acordo com a Veja, o sobrado em que Alberto vive tem dois andares e terraço. Quinze parentes convivem em cinco pequenos apartamentos de dois quartos. No térreo, integrantes da família mantêm uma oficina de carros improvisada.

Já aposentado pelo INSS, o porteiro é um dos funcionários mais antigos do Vivendas da Barra e trabalha lá há treze anos. O condomínio preferiu manter ele afastado do serviço até a poeira abaixar.

Ainda segundo a reportagem da Veja, o porteiro teria envolvido o nome de Bolsonaro em seu depoimento, após sofrer pressões do ex-PM Ronnie Lessa, acusado de dar os tiros que mataram a vereadora.

Fonte: Veja

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