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LUTO NO JORNALISMO

Relembre a carreira do jornalista Ricardo Boechat

11 Fev 2019 - 13h00
Relembre a carreira do jornalista Ricardo Boechat - Crédito: Reprodução / Twitter Crédito: Reprodução / Twitter

Filho de um diplomata brasileiro, Ricardo Eugênio Boechat nasceu em 13 de julho de 1952, em Buenos Aires, na Argentina.

Boechat era casado pela segunda vez com Veruska Seibel, de 46 anos, desde 2005, e tinha duas filhas com ela: Valentina, 12, e Catarina, 10. Ele deixa outros quatro filhos: Bia, 40, Rafael, 38, Paula, 36, e Patricia, 29, frutos do casamento com Claudia Costa de Andrade. 

 

O Jornalismo
 
Boechat iniciou a carreira em 1970, no extinto Diário de Notícias (RJ), e começou a trabalhar na coluna de Ibrahim Sued. Em 1983, foi transferido para O Globo (RJ), se separou da equipe de Ibrahim – já então em O Globo – para integrar a da coluna Swann, no mesmo jornal, da qual se tornaria titular dois anos depois e que passaria a ser chamado de Boechat, no fim dos anos 1980. Ibrahim morreu em 1995, e Boechat já era, então, titular de sua própria coluna há muito tempo.

Em 1987, foi convidado por Moreira Franco, governador do Rio de Janeiro na época, para ser titular da Secretaria de Comunicação Social do Estado. Permaneceu no cargo por seis meses, teve uma breve passagem pelo Jornal do Brasil (RJ), e depois pelo jornal O Estado de S.Paulo (SP). Pela Agência Estado, ganhou o Prêmio Esso de Reportagem 1989. 

De volta a O Globo, em 1989, como editor da mesma coluna Swann , logo transformada em Boechat, ali se fixou como um dos colunistas mais influentes do país. Venceu os Prêmios Esso de 1992, na categoria Informação Política, com Rodrigo França.

 Em junho de 2001, saiu do O Globo, após rumoroso episódio envolvendo empresas de telefonia. No mesmo ganhou novamente o Esso, desta vez na categoria Informação Econômica, com Chico Otávio e Bernardo de la Peña, e subiu ao palco, com a equipe da casa, para receber o prêmio, mesmo assim, por mérito.

Foi então para o Jornal do Brasil como colunista, assumindo o Informe JB. Ganhou depois coluna própria no primeiro caderno – semelhante à que tinha em O Globo – e, cumulativamente, assumiu a Direção de Redação por um ano, a convite de Nelson Tanure.

Teve participações como colunista no SBT, em notas gravadas na própria redação do JB, para o telejornal apresentado por Hermano Henning. Chegou a fazer um piloto para ancorar um telejornal na emissora, mas não chegou a exercer a função. Fez coluna em O Dia (RJ) e foi professor da Faculdade da Cidade.

Entrou para o Grupo Bandeirantes como diretor de Jornalismo no Rio. Em fevereiro de 2006, mudou-se para São Paulo, para ancorar o "Jornal da Band", principal noticiário da emissora. 

Desempenhava a mesma função no programa diário na rádio BandNews FM, transmitido para todo o Brasil. Assinava ainda uma coluna semanal na revista "IstoÉ", com a colaboração de Ronaldo Herdy. 
É autor do livro "Copacabana Palace - Um Hotel e Sua História" (DBA, 1998), que resgatou a trajetória do hotel mais exclusivo e sofisticado do país, completando 75 anos de existência no ano da publicação.
 
Em sua última coluna na revista "IstoÉ", que levou o título "Acabou a Folia", ele falou, entre outros assuntos, de corrupção, da dança das cadeiras com a troca de poder no Senado e da tragédia de Brumadinho.
 
A última coluna foi publicada na sexta-feira (8).
 
Em seu último programa na manhã desta segunda-feira (11) na rádio, Boechat falou das grandes tragédias que acontecem no Brasil que ficaram sem punição.

O jornalista  morreu na manhã de hoje, em um acidente de helicóptero na cidade de São Paulo.

 

 

 

Com informações de Portal dos Jornalistas / Portal UOL.

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