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Publicado em 27 de setembro de 2026 às 21:26
Começam nesta segunda-feira (28), em Belém, as apresentações artísticas da 14ª edição do Circuito Norte em Dança, um dos eventos que movimentam a produção, a formação e a difusão da dança na Amazônia. O festival vai reunir cerca de mil bailarinos, 57 grupos, representantes de 11 cidades e participantes de três países: Brasil, Honduras e Uruguai.
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Com uma agenda distribuída em diferentes espaços da capital paraense, o Circuito Norte em Dança amplia as possibilidades de acesso à formação e à experiência artística, conectando a produção regional a intercâmbios internacionais e a espaços de reconhecimento cultural, como o Theatro da Paz e o Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia.
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Nos dias 28 e 29 de setembro, a programação do Circuito Norte em Dança chega ao Theatro da Paz, um dos principais espaços culturais e históricos de Belém. O público poderá acompanhar competições, apresentações de artistas convidados, cerimônias de premiação e homenagens.
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A presença do festival no teatro reforça a relação entre a dança e os espaços de valorização das artes cênicas, proporcionando aos participantes a oportunidade de vivenciar um ambiente de relevância para a cultura paraense. A programação também contempla o reconhecimento de trajetórias e contribuições para o desenvolvimento da dança, por meio de homenagens e momentos de celebração artística.
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A etapa reunirá grupos e bailarinos em uma programação dedicada à apresentação de trabalhos coreográficos, ao intercâmbio artístico e ao reconhecimento dos participantes. A diversidade de propostas e a presença de representantes de diferentes cidades e países evidenciam o caráter de integração que marca a edição deste ano.
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A 14ª edição articula a formação profissional, o intercâmbio internacional, a competição e o reconhecimento de artistas, contribuindo para o fortalecimento das redes de dança e para a ampliação das oportunidades de participação no setor. Em Belém, o evento estabelece uma programação que conecta diferentes gerações, linguagens e experiências, tendo a Amazônia como território de encontro e criação.
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