Ação policial no Rio resulta na morte de chefe do tráfico no Complexo do Chapadão

Apontado como liderança de facção na Zona Norte e alvo de mandados por homicídio e tráfico, suspeito caiu em confronto durante a operação Barricada Zero.

Publicado em 3 de novembro de 2026 às 08:54

Ação policial no Rio termina com a morte de chefe do tráfico no Complexo do Chapadão
Ação policial no Rio termina com a morte de chefe do tráfico no Complexo do Chapadão Crédito: Reprodução/Redes sociais

Uma investida das forças de segurança na Zona Norte do Rio de Janeiro nesta terça-feira (3) culminou na morte de Rodrigo Santos, conhecido pelos vulgos “Pará” ou “Parazão”, identificado como uma das principais lideranças do crime organizado no Complexo do Chapadão.

O suspeito, que exercia forte domínio territorial e contava com quatro mandados de prisão em aberto por homicídio e associação para o tráfico de drogas, foi localizado por equipes do 41º Batalhão da Polícia Militar durante o cumprimento da operação Barricada Zero nas imediações da comunidade Via Light.

A intervenção ocorreu quando agentes do Grupamento de Ações Táticas (GAT Charlie) executavam um cerco na região da Avenida Crisóstomo Pimentel de Oliveira e avistaram um grupo em atitude suspeita no acesso à comunidade. De acordo com a Polícia Militar, a aproximação das equipes gerou uma intensa troca de tiros.

Após o confronto, os policiais encontraram Rodrigo atingido e de posse de uma pistola calibre 9 mm com numeração raspada, um carregador, cinco munições e um dispositivo detector de drones. Embora tenha sido levado de urgência ao Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes, ele não resistiu aos ferimentos.

Além do Chapadão, o setor de inteligência da PM aponta que o homem exercia liderança em áreas estratégicas como Cavalheiros e Final Feliz, todas dominadas pela mesma facção criminosa.

A corporação ressaltou que as ações da Operação Barricada Zero continuam na região com o objetivo de retirar obstáculos instalados por bandidos, recuperar veículos roubados e devolver a livre circulação aos moradores, contando com o suporte do Grupamento Especializado de Salvamento e Ações de Resgate (Gesar).