Agente da PRF é preso em Anápolis após depredar posto por cobrança de R$ 1 para calibrar pneu

Homem ameaçou funcionários de morte e quebrou porta de vidro de conveniência no último sábado (11); PM precisou utilizar taser para conter o agressor.

Publicado em 13 de julho de 2026 às 17:08

Confusão teve início quando um frentista informou ao motorista que seria cobrada uma taxa de R$ 1 pelo uso do calibrador de pneus.
Confusão teve início quando um frentista informou ao motorista que seria cobrada uma taxa de R$ 1 pelo uso do calibrador de pneus. Crédito: Divulgação/Central de Flagrantes de Anápolis

Um homem que se identificou como policial rodoviário federal foi preso no último sábado (11) em Anápolis (GO), após causar um tumulto e depredar um posto de combustíveis. De acordo com a Polícia Militar de Goiás (PMGO), a confusão teve início quando um frentista informou ao motorista que seria cobrada uma taxa de R$ 1 pelo uso do calibrador de pneus.

A situação escalou rapidamente para uma discussão, na qual o homem teria feito ameaças de morte aos funcionários do estabelecimento. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o suspeito, visivelmente alterado, quebrou a porta de vidro da loja de conveniência e danificou outros objetos no local.

Diante da agressividade do indivíduo, os policiais militares que atenderam a ocorrência precisaram utilizar uma arma de incapacitação elétrica (taser) para imobilizá-lo. Mesmo após ser contido, o homem continuou a desacatar os policiais militares e também um agente da Polícia Rodoviária Federal (PRF) que acompanhava o desfecho da ocorrência.

Em nota, a Polícia Rodoviária Federal confirmou que o suspeito é um servidor da instituição, mas ressaltou que ele não estava em serviço nem no exercício de suas funções no momento do incidente. A PRF informou que o caso será devidamente apurado para verificar possíveis infrações aos deveres funcionais do agente.

O suspeito foi encaminhado à Central de Flagrantes de Anápolis e permanece à disposição da Justiça. O caso agora segue sob investigação da Polícia Civil de Goiás, que busca esclarecer todas as circunstâncias da depredação e das ameaças.

Texto por Suellen Godinho, com supervisão de Adrielle Brito.