Arma que abateu drone no STF foi comprada após o 8 de Janeiro

Equipamento faz parte do reforço de segurança da Corte e foi usado nesta terça-feira (15) durante sessão que discutia possível investigação de Moraes.

Publicado em 15 de setembro de 2026 às 22:49

(O abate ocorreu durante a sessão extraordinária que analisava a possibilidade de investigação do ministro Alexandre de Moraes por causa de mensagens trocadas com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.)
(O abate ocorreu durante a sessão extraordinária que analisava a possibilidade de investigação do ministro Alexandre de Moraes por causa de mensagens trocadas com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.) Crédito: Redes Sociais/X

A arma antidrone utilizada, nesta terça-feira (15), para abater um equipamento não autorizado nos arredores do Supremo Tribunal Federal foi adquirida pela Corte após os ataques de 8 de Janeiro de 2023.

O abate ocorreu durante a sessão extraordinária que analisava a possibilidade de investigação do ministro Alexandre de Moraes por causa de mensagens trocadas com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.

Segundo o STF, o uso da arma antidrone integra o conjunto de medidas de segurança adotadas pelo tribunal, que tem investido na modernização de equipamentos e protocolos para proteger as instalações, as autoridades, os servidores e o público que frequenta a Corte.

Além da arma, a Suprema Corte também utiliza tecnologias de detecção e controle de drones, sistemas modernos de controle de acesso e equipamentos de identificação de objetos e materiais, que permitem inspeções mais ágeis.

Um forte esquema de segurança foi montado nesta terça-feira na Esplanada dos Ministérios e no entorno do STF em razão da sessão. A reunião terminou sem definição após o pedido de vista do ministro Flávio Dino.