Atirador de tenente da Rota segue foragido um mês após atentado em São Paulo

O ataque ocorreu na manhã de 27 de junho, quando o oficial estava parado em um semáforo na Avenida Goiás.

Publicado em 27 de julho de 2026 às 20:29

(Até o momento, quatro pessoas foram presas por suspeita de envolvimento no crime e seis suspeitos morreram durante operações da Polícia Militar relacionadas às investigações.)
(Até o momento, quatro pessoas foram presas por suspeita de envolvimento no crime e seis suspeitos morreram durante operações da Polícia Militar relacionadas às investigações.) Crédito: Divulgação/Redes Sociais

Um mês após o atentado que deixou o tenente da Rota Ronickson Pimentel dos Santos, de 39 anos, gravemente ferido com um tiro na cabeça, em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, o homem apontado pela polícia como autor dos disparos continua foragido. Até o momento, quatro pessoas foram presas por suspeita de envolvimento no crime e seis suspeitos morreram durante operações da Polícia Militar relacionadas às investigações.

O ataque ocorreu na manhã de 27 de junho, quando o oficial estava parado em um semáforo na Avenida Goiás. De acordo com a investigação, dois homens em uma motocicleta se aproximaram do veículo e o passageiro efetuou os disparos antes de fugir com o comparsa.

O caso é investigado pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil como tentativa de homicídio. Desde o atentado, o tenente permaneceu internado em estado grave, passou por procedimentos médicos e apresentou evolução clínica durante o tratamento.

Durante as investigações, quatro suspeitos foram presos por, supostamente, prestar apoio logístico ao grupo criminoso, auxiliando na fuga e na execução do atentado. Nenhum deles, entretanto, é apontado como o autor dos disparos.

Paralelamente, a Rota intensificou as buscas pelos envolvidos. Nesse período, seis suspeitos morreram em confrontos com policiais militares durante operações ligadas à localização do atirador e de integrantes da organização criminosa investigada.

Segundo a Polícia Civil, o principal suspeito é Hércules da Costa Siqueira, conhecido pelos apelidos de Golias, Chavinho ou Peruca. Ele é apontado como o responsável pelos disparos contra o tenente e segue sendo procurado pelas autoridades.

Ronickson Pimentel dos Santos também é irmão de Eloá Pimentel, jovem assassinada em 2008 pelo ex-namorado, em um caso que teve grande repercussão nacional.

Com informações do portal Metrópoles

Com informações do portal Metrópoles