Publicado em 21 de abril de 2026 às 16:12
A reta final da gravidez da ex-BBB Laís Caldas tem sido marcada por dores intensas e limitações físicas. À espera da primeira filha com o também ex-BBB Gustavo Marsengo, a médica usou as redes sociais para revelar que foi diagnosticada com pubalgia, uma condição que vem dificultando até movimentos simples do dia a dia.
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Segundo Laís, os sintomas começaram por volta da 25ª semana de gestação e se agravaram com o passar do tempo. Hoje, ela afirma estar no estágio mais avançado da condição. “É uma dor muito forte na região do púbis, abaixo da barriga. Para virar na cama, por exemplo, é como se eu fosse e voltasse do céu com a dor”, relatou.>
O que é a pubalgia>
A pubalgia é caracterizada por dor ou inflamação na região do púbis e da virilha, geralmente causada por sobrecarga nos músculos e tendões que conectam abdômen, quadril e coxas. Durante a gravidez, o quadro pode ser desencadeado pelo aumento do peso do bebê e pela maior frouxidão dos ligamentos pélvicos — alterações naturais do corpo para o parto.>
De acordo com especialistas, o problema está ligado a um desequilíbrio muscular entre o abdômen e os adutores do quadril, o que gera microlesões repetidas na região. A dor pode aparecer como pontadas, fisgadas ou sensação de rigidez, dificultando atividades como caminhar, subir escadas ou até espirrar.>
Sintomas e impacto na rotina>
Nos casos mais severos, como o relatado por Laís, a pubalgia pode comprometer significativamente a mobilidade. Tarefas simples, como levantar da cama, virar o corpo ou abrir e fechar as pernas, tornam-se dolorosas. O desconforto também pode se intensificar à noite, prejudicando o sono.>
Tratamento e cuidados>
O tratamento envolve principalmente reabilitação física, com foco no fortalecimento e equilíbrio muscular. Em geral, a recuperação pode levar de seis a 12 semanas, dependendo da gravidade do caso.>
Especialistas alertam que ignorar os sintomas pode trazer consequências a longo prazo. Sem o tratamento adequado, a pubalgia pode se tornar crônica e causar impactos em outras regiões do corpo, como a coluna lombar e os joelhos.>
Embora seja mais comum em atletas, a condição também afeta gestantes e pessoas sedentárias. Por isso, a orientação médica e o acompanhamento adequado são essenciais, especialmente no período pós-parto, quando o corpo ainda passa por readaptações.>