Felca faz abaixo-assinado para propor disque-denúncia contra maus-tratos a animais

O influenciador Felca citou o caso da morte do cão Orelha, em Florianópolis (SC), e propôs um disque-denúncia para casos de maus-tratos

Publicado em 12 de fevereiro de 2026 às 16:59

O influenciador Felca citou o caso da morte do cão Orelha, em Florianópolis (SC), e propôs um disque-denúncia para casos de maus-tratos
O influenciador Felca citou o caso da morte do cão Orelha, em Florianópolis (SC), e propôs um disque-denúncia para casos de maus-tratos Crédito: Reprodução

Nesta quinta-feira (12), o influenciador Felca usou as redes sociais para se posicionar em defesa dos animais após a comoção causada pela morte do cão Orelha, em Florianópolis (SC). Em um vídeo publicado no Instagram, o youtuber aproveitou a repercussão do caso para lançar um abaixo-assinado para criar um disque-denúncia para casos de maus-tratos a animais, com funcionamento 24 horas e garantia de anonimato.

Conhecido por recentemente ter denunciado a adultização de menores praticada por influenciadores, especialmente Hytalo Santos, Felca começou o vídeo com uma frase provocativa para chamar atenção do público. “Já deu de falar do cachorro Orelha. É só um cachorro”, disse, antes de contextualizar o caso.

“Eu vejo pessoas na internet incomodadas com o tanto que esse caso repercutiu. ‘Já entendemos, foi cruel, já deu’. Mas eu vejo isso com bons olhos. É um caso chocante, e é bom que choque. É sinal de que ainda somos humanos e, mesmo com tantas coisas chocantes que vemos por aí, não perdemos a capacidade de sentir!”, opinou.

A proposta defendida por ele é a criação de um canal único de denúncias, semelhante ao que já existe em países como a Alemanha. Hoje, segundo Felca, denunciar maus-tratos no Brasil exige uma série de etapas que acabam afastando a população: acionar a polícia, registrar boletim de ocorrência, ter flagrante e, muitas vezes, expor o caso nas redes para que ele ganhe visibilidade.

Na visão do influenciador, o novo canal permitiria denúncias mais simples e eficazes. O atendente coletaria informações básicas, como local, tipo de animal e risco imediato, faria uma triagem e encaminharia o caso para polícia, fiscalização veterinária ou serviços municipais, conforme a gravidade. A atuação poderia ser inclusive preventiva, com registros centralizados em um sistema nacional.

“Vamos usar a revolta que sentimos por esses adolescentes para algo que causa uma mudança real. Para que o cachorro Orelha seja eternizado como o cachorrinho que salvou milhões de outros”, completou.

Com informações do Metrópoles