Internautas se frustram com vídeo de Felca sobre fobia social

No vídeo, Felca relata como o bullying e os traumas vividos durante o período escolar afetaram sua saúde mental

Publicado em 20 de outubro de 2026 às 07:24

Felca solta vídeo após sete meses sumido das redes sociais 
Felca solta vídeo após sete meses sumido das redes sociais  Crédito: Reprodução Instagram Felca

Internautas ficaram frustrados com o influenciador Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, ele divulgou na madrugada desta terça-feira (20) um longo depoimento sobre o bullying sofrido na infância e a fobia social. Após mais de um ano sem publicar vídeos no YouTube, internautas esperavam denúncias contra os presidenciáveis e ficaram decepcionados.

No vídeo, Felca relata como o bullying e os traumas vividos durante o período escolar, somados aos desafios da vida adulta, contribuíram para o desenvolvimento da ansiedade em interações sociais. O youtuber também conta que, já na vida adulta, recorria ao álcool para conseguir participar de eventos e palestras.

Após a publicação do vídeo à meia-noite desta terça-feira, internautas usaram as redes sociais para fazer críticas ao influenciador.

No novo vídeo, Felca revela ter fobia social. Para enfrentar o transtorno, o youtuber conta que passou a se expor gradualmente a situações sociais, como palestras, e propõe aos seguidores o desafio "SimFel".

A iniciativa propõe que os participantes, ao longo de três meses, aceitem oportunidades que normalmente recusariam por medo ou desconforto em situações sociais. O objetivo é sair de casa, conhecer pessoas e se abrir a novas experiências.

Felca conta que, até o momento da gravação do vídeo, ficou cinco meses sem sair de casa. "Eu preciso sair de casa para acostumar o meu corpo que tá tudo bem, que não tem perigo. Ninguém mais representa perigo. A minha expectativa é terminar esses três meses completamente confortável".

No fim do depoimento, Felca fala sobre o apoio dos fãs e seguidores e agradece a eles. “Hoje, se tem algo de que eu sinto mais falta ainda, é conexão com pessoas. Mesmo com a minha fobia social controlada, me relacionar ainda é um desafio”.