Morte de filha de diplomatas em atropelamento no Rio é investigada pela polícia

Jovem de 20 anos foi atingida após carro subir na calçada em Ipanema; perícia vai analisar possível falha no veículo e dinâmica do acidente.

Publicado em 19 de maio de 2026 às 16:32

Mariana Tanaka Abdul Hak, de 20 anos.
Mariana Tanaka Abdul Hak, de 20 anos. Crédito: Reprodução/Redes Sociais

A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga a morte de Mariana Tanaka Abdul Hak, de 20 anos, filha de diplomatas brasileiros, atropelada em Ipanema, na Zona Sul da capital fluminense. O acidente aconteceu no último sábado (16), e a jovem morreu no dia seguinte após não resistir aos ferimentos.

Segundo as investigações, um veículo subiu na calçada e atingiu três pessoas no cruzamento das ruas Visconde de Pirajá e Vinícius de Moraes. Mariana estava acompanhada da mãe, Ana Patrícia Neves Abdul Hak, cônsul-adjunta do Brasil em Buenos Aires, e de um homem, que também ficou ferido. O motorista afirmou à polícia que o volante travou e que ele perdeu o controle da direção. Testes de bafômetro e drogas realizados no condutor deram negativo. O veículo foi apreendido e passará por perícia para apurar se houve falha mecânica.

Mariana havia acabado de chegar da Europa no mesmo dia do acidente. Ela cursava Administração de Empresas na Itália e retornou ao Brasil após conseguir uma oportunidade de estágio em uma multinacional de cosméticos no Rio de Janeiro.

O pai da jovem, Ibrahim Abdul Hak Neto, assessor especial da Presidência da República, lamentou a perda da filha e classificou a morte como “irreparável”. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também se manifestou e prestou solidariedade à família.

Texto por Suellen Godinho, com supervisão de Adrielle Brito.