Publicado em 20 de janeiro de 2026 às 19:32
Uma mulher de 42 anos, moradora de Belo Horizonte, permanece internada em estado grave após apresentar complicações severas associadas ao uso de uma caneta emagrecedora comercializada de forma ilegal. O caso alerta sobre os perigos do consumo de medicamentos sem acompanhamento médico e fora das normas sanitárias brasileiras.>
De acordo com familiares, a auxiliar administrativa Kellen Oliveira Bretas Antunes utilizou o produto sem orientação profissional. O medicamento teria sido adquirido no Paraguai e não possuía registro para venda no Brasil. Inicialmente, ela procurou atendimento médico relatando fortes dores abdominais, mas o quadro clínico se agravou ao longo dos dias.>
Durante a internação, Kellen passou a apresentar sintomas neurológicos importantes. A equipe médica investiga a possibilidade de uma síndrome que afeta a musculatura, os movimentos do corpo, a fala e até o funcionamento de órgãos vitais, o que contribuiu para a gravidade do estado de saúde.>
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reforça que apenas parte das chamadas canetas emagrecedoras tem autorização para comercialização no país. Produtos sem regulamentação não oferecem garantias quanto à origem, composição ou eficácia, além do risco de conterem substâncias diferentes das informadas no rótulo.>
Fonte: g1.globo>