Publicado em 28 de julho de 2026 às 09:12
A aprovação do novo Plano Nacional de Educação (PNE), que estabelece as metas e diretrizes para o ensino brasileiro pelos próximos dez anos, reacendeu o debate sobre os desafios da educação inclusiva, da redução das desigualdades e da adoção de estratégias capazes de melhorar a aprendizagem nas escolas.>
Entre os objetivos do plano estão a ampliação do acesso à educação de qualidade, o fortalecimento da inclusão e o desenvolvimento de políticas públicas voltadas ao acompanhamento do desempenho dos estudantes. Nesse cenário, especialistas apontam que o uso de tecnologias educacionais pode contribuir para a implementação das novas diretrizes.>
Uma das ferramentas apresentadas como alternativa é a NeuroIdentify, plataforma desenvolvida na Amazônia que reúne informações sobre aspectos relacionados ao neurodesenvolvimento dos estudantes para auxiliar equipes pedagógicas no planejamento de ações e no acompanhamento individualizado da aprendizagem.>
Para Gleyson Santos, CEO e cofundador da NeuroIdentify, o novo PNE reforça a necessidade de ampliar o olhar sobre o desenvolvimento dos alunos.>
Segundo ele, além do desempenho acadêmico, indicadores comportamentais, socioemocionais e ligados ao neurodesenvolvimento podem oferecer mais subsídios para que professores e gestores definam estratégias pedagógicas adequadas às necessidades de cada estudante.>
O especialista também avalia que a implementação das metas previstas no plano dependerá da atuação dos estados e municípios. Na avaliação dele, a formação continuada das equipes escolares, o fortalecimento da gestão e a utilização de ferramentas que permitam acompanhar a evolução dos alunos podem contribuir para tornar as ações educacionais mais eficazes.>
A discussão ocorre em um momento em que o novo Plano Nacional de Educação incentiva políticas voltadas à equidade e à melhoria dos indicadores da educação básica, estimulando redes de ensino e instituições a investirem em inovação, inclusão e qualificação profissional.>
Com a definição das novas diretrizes, especialistas avaliam que temas como educação inclusiva, personalização do ensino e uso de tecnologias educacionais devem ganhar ainda mais espaço no planejamento das políticas públicas e nas práticas das escolas nos próximos anos.>