Publicado em 5 de fevereiro de 2026 às 17:33
Durante o Melhor da Tarde desta quinta-feira (5), a jornalista Patrícia Calderon disse ter apurado que a família do adolescente de 15 anos apontado como responsável pela morte do cachorro Orelha estaria preparando a saída do garoto do Brasil. Segundo ela, a ideia seria levá-lo para a Austrália antes que a Justiça determine o cumprimento da internação solicitada pelo Ministério Público.
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Patrícia contou no programa que os pais do jovem, que atuam na área de contabilidade, estariam usando a estrutura financeira e o conhecimento técnico que têm para acelerar o processo de visto. De acordo com a jornalista, a escolha da Austrália não seria por acaso: o país costuma conceder autorizações de entrada em poucos dias, principalmente quando o pedido envolve intercâmbio ou cursos de curta duração.>
Ainda segundo a apuração apresentada por Patrícia Calderon, a família teria o apoio de um parente que vive em território australiano, o que facilitaria a permanência do adolescente fora do Brasil. Ela alertou que, até o momento, não houve apreensão de passaportes, o que abriria espaço para a concretização do plano.>
A jornalista afirmou que o caso provocou forte reação popular na Praia Brava, em Itajaí, e que a repercussão ultrapassou as fronteiras do país. Patrícia relatou que o adolescente e outros jovens ligados ao episódio passaram a enfrentar rejeição social e estariam sendo retirados da escola onde estudavam para evitar exposição e conflitos.>
No programa, Patrícia também comentou sobre o ambiente familiar do menor. Segundo ela, o jovem sempre teve acompanhamento psicológico e, dentro de casa, a mãe adotava uma postura mais flexível diante do comportamento do filho.>
Outro ponto destacado pela jornalista foi a conduta da mãe após o crime. Patrícia relembrou que, dias antes, o Melhor da Tarde informou que a mulher teria tentado ocultar provas ao retornar de uma viagem aos Estados Unidos. A suspeita, conforme relatado no programa, é de que uma peça de roupa usada pelo adolescente no dia da morte do animal tenha sido escondida, o que pode configurar crime.>
Por fim, Patrícia Calderon criticou a condução inicial do processo judicial. Ela disse que a primeira juíza responsável pelo caso só deixou a ação uma semana depois, ao declarar vínculo pessoal com a família de um dos envolvidos. Para a jornalista, essa demora pode ter comprometido a agilidade da investigação e permitido inconsistências na organização de provas, como registros de datas e imagens.>
Com informações da Band News>