PM aposenta com salário integral tenente-coronel réu por feminicídio

Antes da prisão, em fevereiro de 2026, ele recebia R$ 28,9 mil brutos, conforme dados do Portal da Transparência do governo paulista

Publicado em 2 de abril de 2026 às 14:12

Antes da prisão, em fevereiro de 2026, ele recebia R$ 28,9 mil brutos, conforme dados do Portal da Transparência do governo paulista
Antes da prisão, em fevereiro de 2026, ele recebia R$ 28,9 mil brutos, conforme dados do Portal da Transparência do governo paulista Crédito: Reprodução 

A Polícia Militar de São Paulo publicou nesta quinta-feira (2) uma portaria que coloca na reserva o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, preso sob suspeita de feminicídio pela morte da esposa, a também policial militar Gisele Alves Santana.

O documento, assinado pela Diretoria de Pessoal da corporação, aponta que o oficial tem direito à aposentadoria com base em critérios proporcionais de idade, mantendo remuneração integral prevista em lei. Antes da prisão, em fevereiro de 2026, ele recebia R$ 28,9 mil brutos, conforme dados do Portal da Transparência do governo paulista.

Com a aplicação da proporcionalidade, considerando que ele tem 53 anos, a remuneração na reserva deve ficar em torno de R$ 21 mil, segundo estimativas.

A solicitação para passar à inatividade partiu do próprio tenente-coronel. A PM destacou, no entanto, que a medida não interfere no processo administrativo disciplinar em andamento, que pode resultar na expulsão do oficial da corporação.

Com informações do G1