Publicado em 23 de abril de 2026 às 08:01
Um registro de violência gratuita contra um menino em plena via pública acionou o alerta das autoridades de segurança em Curitiba. O caso, ocorrido na Rua Jóquei Clube, ao lado do CMEI do Prado Velho, ganhou repercussão após moradores divulgarem imagens que mostram um adulto desferindo tapas e um chute em uma criança que já estava caída no chão. O grupo visto no vídeo contava com dois adultos e quatro crianças, incluindo um bebê de colo.>
A Polícia Militar, por meio da Rotam, iniciou buscas imediatas para localizar a pessoa responsável pelos ataques. O caso, que agora está sob a mira do núcleo de repressão a crimes contra crianças e adolescentes, conta com o apoio do Conselho Tutelar para garantir a integridade da vítima. A colaboração da comunidade é considerada essencial para que o processo de identificação e responsabilização seja concluído com agilidade.>
Diferente das primeiras suspeitas de quem assistiu ao vídeo, a mãe do menino agredido afirmou que não estava presente no momento do crime. Em um relato marcado pelo choque, ela esclareceu que a pessoa que aparece nas imagens batendo na criança é, na verdade, sua ex-companheira, com quem não convive mais.>
A mãe revelou que só tomou conhecimento da gravidade da situação após as imagens viralizarem na internet e relatou estar sofrendo ameaças injustas, já que muitos a confundem com a pessoa que segura o bebê no vídeo.>
"Em nenhum momento eu estava sabendo dessa situação, soube depois que repercutiu. Estão me ameaçando achando que sou eu ali do lado, mas eu estava trabalhando. A agressora é minha ex-companheira e ela já nem está mais na região, foi expulsa daqui", afirmou a mãe.>
Com a identificação da autoria sendo traçada, o foco das autoridades agora se divide em duas frentes:>
Esfera Criminal:* A polícia trabalha para localizar a agressora e formalizar o inquérito por maus-tratos e agressão física.>
Esfera Social:* O Conselho Tutelar acompanha a família para prestar o suporte necessário à criança agredida e avaliar o ambiente familiar.>
As autoridades reforçam que qualquer informação sobre o paradeiro da suspeita pode ser repassada de forma anônima via 190 ou pelo disque-denúncia, ajudando a garantir que atos de covardia como este não fiquem impunes.>