Publicado em 6 de fevereiro de 2026 às 14:25
A Justiça de São Paulo nomeou Suzane von Richthofen como inventariante dos bens deixados por Miguel Abdalla Netto, encontrado morto em janeiro na capital paulista, em um processo de inventário que envolve uma herança estimada em cerca de R$ 5 milhões.>
No andamento do processo, o inventariante é o responsável por representar o espólio e administrar o patrimônio até a conclusão da partilha. Segundo a decisão judicial, Suzane foi nomeada porque, até o momento, foi a única herdeira a se habilitar formalmente nos autos.>
Uma prima do falecido também solicitou a função, alegando manter união estável com Miguel Abdalla Netto. O pedido, no entanto, foi negado nesta fase. A Justiça entendeu que ela não possui, por ora, preferência sucessória para assumir a inventariança, sem que isso represente o encerramento da discussão sobre a existência da união estável.>
Apesar da nomeação, a decisão impôs limites claros à atuação de Suzane. Ela poderá apenas administrar e conservar os bens, ficando proibida de vender, transferir, movimentar ou utilizar qualquer patrimônio sem autorização judicial. A medida tem como objetivo preservar o acervo até que a situação sucessória seja definida.>
O inventário segue suspenso justamente porque a Justiça ainda precisa decidir sobre a alegada união estável, ponto central que pode alterar quem tem direito à herança e influenciar os próximos passos da partilha.>