Associação Comercial do Pará se posiciona sobre construção da Leal Moreira na orla de Belém

Entidade defende transparência, estudos técnicos e participação da sociedade nas discussões sobre novo projeto imobiliário no Umarizal

Publicado em 13 de agosto de 2026 às 08:49

 - Atualizado há 2 horas

Associação Comercial do Pará se posiciona sobre construção da Leal Moreira na orla de Belém
Associação Comercial do Pará se posiciona sobre construção da Leal Moreira na orla de Belém Crédito: Roma News 

Após denúncia publicada com exclusividade pelo Roma News sobre negociações às escondidas entre a Prefeitura de Belém e a construtora Leal Moreira para a possível construção de um empreendimento imobiliário na orla da capital, a Associação Comercial do Pará (ACP) se posicionou sobre o assunto.

A entidade informou que acompanha as discussões sobre a possibilidade de implantação do projeto e defendeu que qualquer iniciativa na área seja conduzida com transparência, responsabilidade e respeito à legislação.

A área citada fica no final da Rua Nelson Ribeiro, no bairro do Umarizal, próximo à Avenida Pedro Álvares Cabral. Segundo a denúncia, o projeto prevê a construção de três torres de luxo em uma região que poderia ser destinada à ampliação do acesso público à orla de Belém.

Nota da Associação Comercial do Pará - ACP 
Nota da Associação Comercial do Pará - ACP  Crédito: Reprodução

Leia a nota:

A Associação Comercial do Pará - ACP acompanha com atenção as discussões sobre a possibilidade de implantação de novo empreendimento imobiliário na orla de Belém e defende que iniciativas dessa natureza sejam conduzidas com responsabilidade, transparência e estrita observância da legislação, assegurando os estudos técnicos necessários, a publicidade dos atos e a participação da sociedade.

A ACP reafirma, ainda, sua defesa histórica pela revisão e atualização do Plano Diretor de Belém, instrumento essencial para estabelecer, de forma democrática e tecnicamente

fundamentada, um modelo de desenvolvimento urbano que concilie crescimento econômico, segurança jurídica, preservação ambiental, mobilidade e qualidade de vida.

A entidade permanece à disposição para contribuir com esse debate, defendendo o desenvolvimento sustentável, a livre iniciativa, a segurança jurídica e o interesse coletivo.