Publicado em 20 de agosto de 2026 às 16:20
A Águas do Pará avança na implantação de um projeto de automação dos sistemas de abastecimento, que permitirá monitorar e controlar remotamente equipamentos responsáveis pela CAPTAÇÃO, produção e distribuição de água em diversos municípios do estado. A iniciativa integra o processo de modernização operacional da concessionária e fortalece a eficiência e a segurança da operação.>
O projeto reduz a necessidade de intervenções manuais ao permitir que bombas, reservatórios, poços e elevatórias sejam monitorados em tempo real, 24 HORAS POR DIA, 7 DIAS NA SEMANA pelo Centro de Operações Integradas (COI). Com isso, a empresa acompanha continuamente o comportamento dos sistemas, identifica falhas com mais rapidez e agiliza a tomada de decisões.>
Antes da automação completa, a concessionária instala sensores e equipamentos que coletam informações como nível dos reservatórios, pressão da rede, VAZÕES DE ÁGUA, funcionamento das bombas e disponibilidade de energia elétrica. Esses dados permitem conhecer melhor o desempenho de cada sistema e orientar as melhorias necessárias.>
"A automação não substitui pessoas. Ela elimina tarefas repetitivas e permite que as equipes atuem onde realmente são necessárias. O principal ganho é transformar informações em decisões mais rápidas e assertivas", explica o coordenador de Automação da Águas do Pará, Marcio Jansen.>
Hoje, Belém concentra cerca de 70 unidades monitoradas pelo COI. Um dos destaques é o sistema Panorama 21, que já opera de forma praticamente autônoma, acionando e desligando bombas automaticamente conforme a demanda de abastecimento.>
A expansão da automação faz parte da segunda fase do projeto da concessionária. Após a implantação inicial na Região Metropolitana de Belém, os investimentos passaram a contemplar municípios do interior. Nesta etapa, a meta é estruturar aproximadamente 442 unidades operacionais com infraestrutura elétrica, painéis, sensores e telemetria para ampliar gradualmente o controle remoto das operações.>
Com essa estratégia, a empresa amplia a capacidade de monitoramento dos sistemas, reduz o tempo de resposta às ocorrências, aumenta a eficiência energética por meio da otimização da operação dos equipamentos, reforça a regularidade do abastecimento e estabelece uma base tecnológica para apoiar a universalização dos serviços no estado.>