Condenado por homicídio é preso ao devolver filho à mãe em Belém

Homem era procurado pela Justiça por um crime cometido em Salvaterra e foi localizado no Terminal Hidroviário após mobilização para encontrar o filho

Publicado em 14 de agosto de 2026 às 17:07

Erisson Marcelino Leão Barros foi condenado pelo homicídio cometido em 2018, nas proximidades do Campo do Avante, em Salvaterra, no Marajó.
Erisson Marcelino Leão Barros foi condenado pelo homicídio cometido em 2018, nas proximidades do Campo do Avante, em Salvaterra, no Marajó. Crédito: Divulgação

Um homem condenado por homicídio foi preso na manhã desta quinta-feira (13), em Belém, no momento em que devolvia o filho menor de idade à mãe. A prisão ocorreu após uma operação da Polícia Civil montada para localizar o suspeito, que tinha um mandado de prisão expedido pela Comarca de Salvaterra.

Segundo a Polícia Civil, Erisson Marcelino Leão Barros foi condenado pelo homicídio cometido em 2018, nas proximidades do Campo do Avante, em Salvaterra, no Marajó. A vítima era conhecida na cidade pelo apelido de “Titico”. A pena do condenado deve ser cumprida até 22 de abril de 2040.

A localização do homem também esteve relacionada ao desaparecimento temporário do filho. Conforme as investigações, Erisson teria buscado a criança, que vive sob a guarda da mãe, na comunidade quilombola de Bacabal, em Salvaterra, no dia 10 de julho, mas não teria retornado com o menor na data prevista.

Diante da situação, familiares divulgaram informações nas redes sociais para tentar localizar a criança. Após a ampla repercussão, a polícia tomou conhecimento de que o menor seria devolvido à mãe no Terminal Hidroviário de Belém. Com isso, equipes da Delegacia de Salvaterra e da DIOE/Polinter passaram a monitorar o local. Por volta das 7h30, o procurado foi localizado e preso no momento em que realizava a devolução do filho.

Ainda segundo a polícia, Erisson foi informado sobre o mandado de prisão e sobre seus direitos constitucionais. Após os procedimentos legais, ele foi apresentado na DIOE, onde permanece à disposição da Justiça para posterior encaminhamento ao sistema prisional.

Texto por Suellen Godinho, com supervisão de Adrielle Brito.